Frente Brasil Popular repudia ato de violência registrado em acampamento no centro de Petrolina

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imagesOs integrantes da Frente Brasil Popular (FBP), que defendem a permanência da presidente Dilma Rousseff, passaram por um grande susto na noite desta sexta-feira (29).

O grupo, que permanece no ‘Acampamento Popular pela Democracia e Contra o Golpe’, montado na Praça Dom Malan, Centro de Petrolina, foi vítima de agressão durante a realização da plenária das Mulheres na noite de ontem, quando quatro homens não identificados invadiram o espaço e agrediram os membros. Em nota enviada ao Blog o grupo repudiou a ação.

Acompanhem:

Nós, organizações que compõem a Frente Brasil Popular Petrolina, repudiamos veementemente o fato ocorrido na noite dessa sexta-feira, 29 de abril, no Acampamento Popular pela Democracia, instalado no Centro de Petrolina, Praça Dom Malan.

Durante a realização da plenária Mulheres pela Democracia, quatro homens em duas motos invadiram o espaço da praça em alta velocidade, com agressão verbal e tentativa de violência física.

É inconcebível que tal ação tenha ocorrido em um espaço amplo, democrático e pacífico como tem sido o Acampamento Popular pela Democracia há três dias, desde seu início, em 27 de abril.

Não há dúvida que a ação é mais um exemplo da intolerância que vêm sofrendo os grupos organizados de esquerda no Brasil, que com o objetivo de superar os desafios da atual conjuntura, qualificam o debate político no país. 

A Frente Brasil Popular Petrolina reafirma seu compromisso com a democracia e a luta dos povos. Não nos acovardaremos diante do ocorrido. Pelo contrário, reforçamos a nossa luta, nossa unidade e nosso dever com a construção do Projeto Popular.

Frente Brasil Popular Petrolina

11 COMENTÁRIOS

  1. Srº blogueiro o vc como “jornalista” deveria averiguar as informações que transmite e não difundir falácias, principalmente quando suas fontes forem pessoas como são os esquerdistas, mentirosos e vitimistas! Eu sou o responsável pelo tal “Ato de violênncia”. Vamos a verdade:

    1º Éramos 2 homens em 1 moto, não 4 homens em 2 motos.
    2º A única coisa que fizemos foi: Atirar pães 4 com mortadela nos manifestantes contra-impeachment. (Super violento e perigoso isso)
    3º A única palavra dita por mim em todo o ato foi: “Pão com mortadela”.

    Logo, não houve nenhum tipo e agressão seja física ou verbal. Houve sim um contra-protesto feito de forma bem humorada.

  2. Caro A Verdade. Com certeza essa “agressão” deve ser considerada extremamente violenta pelos petralhas.
    Mas garanto que isso não gerará nenhum tipo de dispersão por parte deles. Mas se você levar uma relação com as vagas de emprego do Expresso Cidadão ou jogar um bocado de carteira de trabalho pra cima deles, com certeza não fica um…….kkkkk

  3. O ataque aos direitos dos trabalhadores será rápido e feroz
    POR FERNANDO BRITO · 01/05/2016

    clt

    Diante da percepção cada vez mais generalizada de que vem aí uma carga de cavalaria contra os direitos trabalhistas, Michel Temer manda seu cortesão Wellington Moreira Franco ao Estadão para dizer que – pasmem! – “O PMDB tem tradição trabalhista e social” que “está no seu DNA” (pausa para uma gargalhada olhando o peemedebista Skaf) e que portanto não há risco para os trabalhadores.

    Muito bom, muito bonito. Mas veja, na matéria, que ele elenca e especifica o que não está em risco: a carteira assinada, as férias e o 13º salário.

    Ponto. Para aí a lista. Ora, Moreira, estes nem a ditadura militar de 1964 colocou em risco e nem por isso não foi um período de saque devastador sobre a classe trabalhadora.

    Lembra aquela piada do sujeito que estava tendo um caso homossexual e, interpelado pela esposa, jurou: meu bem, eu não toco em nenhuma outra mulher! Ninguém poderia dizer que ele estava mentindo, não é?

    Dizer que não estão em discussão direitos de mais de meio século é uma forma de dizer que estão na berlinda todos os outros.

    Como aliás, já foram exigirr a temer a própria Fiesp e a CNI.

    A ofensiva será feroz. Vai abarcar logo de cara coisas como a multa do FGTS, o seguro desemprego – hoje uma das mais pesadas fontes de gastos do Tesouro, as normas de segurança no trabalho – que demandam despesas e limites severos para as empresas e a “flexibilização” da condição de menor-aprendiz, permitindo que se finja que existe formação profissional enquanto eles trabalham no chão-de-fábrica como trabalhadores sub-remunerados e com menos encargos.

    Em um ano no Ministério do Trabalho, foram estas as pressões que vi, continuamente, às quais se resistiu-se a duras penas. Estas e mais – nisso Moreira Franco tem razão – as tentativas de suprimir um bendito dogma da CLT, o que não pode haver acordo que renuncie a direitos previstos na lei.

    E, nisto, não posso dizer que Moreira mente – Moreira não mentir é um momento raro, que devemos sempre registrar – quando diz que setores da CUT -os maiores e mais poderosos sindicatos, defendiam “a prevalência do negociado pelo legislado”.

    Pode funcionar muito bem para categorias organizadas e fortes, que podem fazer acordo onde pequenas concessões impliquem ganhos maiores, mas é uma devastação para trabalhadores dispersos, desorganizados – por várias razões e nem sempre por não serem combativos, mas serem poucos em cada local de trabalho e por terem baixo nível de especialização.

    Ou seja, arrisco dizer, para a maioria dos trabalhadores.

    Sei que as propostas feitas então -baseadas num sistema alemão, onde não há escravos, como aqui – tinha mecanismos de salvaguarda para prevenir isso. Besteira. Se penetrar na muralha da CLT, o patronato começará a destruí-la por dentro, pedaço por pedaço, até que não sobrem seque as três conquistas que Moreira, generosamente, diz que não serão tocadas: a carteira assinada, as férias e o 13º salário.

    Estão garantidas. Mas por enquanto apenas, porque logo aparecerá quem diga que o trabalho é uma relação livre entre particulares, onde se ganha pelo que efetivamente se produz e que o mês, afinal, só tem 12 meses.

  4. Erraram os que jogaram pão com mortadela para espantar os comunas sedentos de recursos públicos; Em vez de pão e mortadela era para ter jogado carteiras profissionais que acabariam de vez com a reunião de parasitas-vitimistas vermelhos.

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