Família continua em busca de justiça para assassinato de mototaxista em Juazeiro

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Alan Kardec Magalhães era mototaxista em Juazeiro. (Foto: Reprodução/Facebook)

A família do mototaxista Alan Kardec Magalhães, de 32 anos, assassinado em Juazeiro (BA), pede justiça no caso. O jovem foi morto no dia 17 de maio de 2018, no ponto em que trabalhava, ao lado do Mercado do Produtor. “Queremos que o culpado pague pelo crime“, diz a viúva de Alan, Egislane da Silva Magalhães.

O crime aconteceu numa quinta-feira, mas segundo Egislane, o suspeito – outro mototaxista que trabalhava no mesmo ponto que a vítima – só se apresentou à polícia quatro dias depois. “Ele fugiu do flagrante e só se apresentou na segunda-feira, com um advogado”, alega.

Ela confirmou que, antes do crime, houve uma confusão entre Alan e o suspeito, por causa de um passageiro. Mas Egislane diz que o crime foi premeditado, pois a discussão teria ocorrido por volta das 8h30 e o crime foi praticado três horas depois. “Ele saiu, voltou com uma arma e atirou. Foi tudo premeditado”, afirma a viúva. O mototaxista foi atingido por seis tiros à queima roupa, socorrido, mas não resistiu.

Audiência de instrução

Familiares e amigos de Alan Kardec chegaram a fazer uma manifestação, no final do ano passado, para reforçar o pedido de justiça. No dia 12 de junho deste ano, ocorreu uma audiência de instrução do caso, mas a expectativa é para o júri popular, ainda sem previsão. A viúva disse que o suspeito compareceu à audiência acompanhado do advogado e de outras 20 pessoas.

A família não tem muitas informações sobre o andamento do caso, que estaria em segredo de Justiça, mas Egislane disse ter sido informada que a defesa do suspeito teria entrado com recurso para ele não comparecer à audiência. A reportagem não conseguiu contato com o advogado do suspeito para comentar o caso. O Blog vai tentar contato com a Promotoria sobre o andamento do processo.

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