Em nota, Univasf esclarece demissão de terceirizados após acusação de Comitê de Defesa da categoria

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Campus Sede da Univasf, no Centro de Petrolina. (Foto: Blog do Carlos Britto)

Em resposta à publicação de matéria sobre as demissões de trabalhadores da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) reveladas pelo Comitê em Defesa dos Trabalhadores Terceirizados (CDT) e veiculada neste Blog, a Univasf informou, em nota, nesta quarta-feira (14), que “as providências administrativas adotadas pela administração superior da Univasf, buscando o ajuste dos contratos terceirizados às condições de funcionamento da instituição, em decorrência da pandemia de covid-19”, diz trecho do documento assinado pelo reitor pro tempore, Paulo César Fagundes Neves.

Em outro trecho, a Univasf argumenta que “nesta linha de ação, à medida que se prolongava o período de suspensão das atividades presenciais, acadêmicas e administrativas, o que ainda persiste, configurava-se a necessidade de ajuste da demanda pelos serviços terceirizados de mão-de-obra, dentre eles os de motorista, considerando que muitas rotinas dos setores foram se adequando, inclusive ocorrendo suspensão de algumas atividades presenciais, próprias do seu funcionamento regular”, frisa.

“No caso específico do contrato de fornecimento de mão de obra de motoristas, não haveria como fugir à regra e todos os esforços e iniciativas de gestão buscando minimizar, ao máximo, o impacto direto em demissões foram articulados e negociados com a empresa detentora do referido contrato a que esses motoristas se encontram vinculados e os ajustes, sem exceção, foram estabelecidos em conjunto com os setores originalmente demandantes desses serviços”, destaca.

Confira a nota na íntegra neste link.

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