Ednaldo Lima rebate questionamento de Zé Batista sobre tentativa de cassação de Lossio e tacha oposição de “covarde”

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ednaldo lima

O líder governista na Casa Plínio Amorim, vereador Ednaldo Lima (PMDB), devolveu as críticas feitas na sessão plenária de ontem (14) pelo líder da bancada de oposição, José Batista da Gama (PDT), acerca de uma recente declaração dada pelo prefeito Julio Lossio (PMDB) à Rádio Petrolina FM, acerca de sua cassação. Lossio disse que Michel Temer, reconduzido à presidência nacional do PMDB, o teria “salvo” de ter o mandato cassado, há dois anos.

Utilizando-se de um exemplo tirado da Guerra do Vietnã, nos anos 60, Ednaldo disse que quando o soldado inimigo se aproximava de um lago para beber água, seu adversário esperava que ele se abaixasse e matasse sua sede, antes de lhe dar o tiro mortal. Ednaldo disse que isso não aconteceu ao prefeito, quando este teve de se licenciar da administração para passar por uma cirurgia em São Paulo (SP), em 2014, por conta de um segundo Acidente Vascular Cerebral (AVC). E não poupou Fernando Bezerra Coelho (PSB), líder do grupo político do qual Zé Batista faz parte, que teria aproveitado o momento para acionar a justiça e tentar tirar Lossio do poder municipal.

Enquanto o prefeito estava com a cabeça aberta, numa mesa de cirurgia, o líder de vocês, hoje o senador Fernando Bezerra Coelho, estava procurando os tribunais em Brasília na tentativa de tirar o prefeito”, declarou. Ednaldo admitiu que Temer acionou o PMDB nacional, colocando o jurídico à disposição de Lossio. “Tivemos esse apoio, sim, para que Petrolina não sangrasse e que o prefeito não fosse cassado de forma injusta”, justificou Ednaldo.

O governista declarou que não há nenhum segredo nisso. Ele ainda tachou de “covardia” a forma como a oposição tentou afastar Lossio da prefeitura, num momento em que passava por um sério problema de saúde e não tinha como se defender. “Um respeito que o próprio soldado de guerra dá ao inimigo numa batalha, e o prefeito não teve esse respeito”, completou. Zé Batista não deixou por menos, ao afirmar que considerava “estranho” alguém ter feito uma cirurgia tão delicada no cérebro e, com 15 dias depois já andar de avião. Mas Ednaldo não respondeu ao líder.

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