Cristina se diz tranquila em relação a disputa com Odacy dentro do PT e deixa claro: “Mais importante é o projeto”

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Foto: Blog do Carlos Britto

A vereadora Cristina Costa mostrou-se absolutamente tranquila quanto ao processo interno que seu partido, o PT, deverá deliberar em torno de um projeto majoritário para Petrolina nas eleições deste ano. Ela e seu companheiro de legenda, o presidente do IPA Odacy Amorim, estão com as pré-candidaturas colocadas, mas apenas um deles receberá o aval para disputar a prefeitura.

Em entrevista à imprensa na manhã de ontem (4), na volta das sessões plenárias da Casa Plínio Amorim, Cristina afirmou “ter sido provocada” a colocar o seu nome para análise dos companheiros devido aos três mandatos de vereadora e ao desempenho que obteve como candidata a deputada estadual em 2018, mesmo não se elegendo. Como integrante da executiva estadual do PT, Cristina lembrou que o Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) do partido, em nível nacional, vai discutir essa questão nos principais municípios, e virá também a Petrolina ouvir seus filiados.

Cristina deixou claro que o mais relevante são as propostas da legenda para se contrapor ao projeto da atual gestão municipal em áreas como saúde, educação, segurança e habitação.

Ratificando sua postura orgânica dentro do PT, a vereadora frisou que irá respeitar “tranquilamente” os prazos que a legenda deliberar. Cristina destacou que o fato de Odacy também ter seu nome colocado, não significa necessariamente que haverá um ‘bate-chapa’. Ela lembrou, inclusive, que o presidente do IPA já manifestou há muito tempo sua disposição de concorrer novamente à prefeitura da maior cidade do Sertão. “Duas vezes ele foi candidato a prefeito com o meu apoio. Mas nesse momento caminhamos diferente. Em 2018 eu caminhei com a deputada Marília Arraes, e ele caminhou com a esposa dele, Dulcicleide, e respeitei isso tranquilamente. Agora, esse respeito vai se dar internamente nas discussões do partido”, assegurou.

Propositiva

Cristina disse ainda que não vai municiar a imprensa com fatos negativos em torno da questão, até porque esses debates fazem parte da história do PT. “A imprensa vive da audiência, e essa audiência quem tem que dar somos nós. Mas essas audiência eu vou dar de forma propositiva, mostrando qual o projeto que o Partido dos Trabalhadores tem para se contrapor a esse projeto. A cidade está bonita, mas no social o povo está sofrendo”, finalizou.

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