Corpo do ator Domingos Montagner é velado em São Paulo

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Amigos e parentes velam o corpo de Domingos Montagner, na manhã deste sábado (17), em São Paulo. Dira Paes e Renata Ceribelli foram algumas das primeiras a chegar ao local para se despedir do colega de elenco de “Velho Chico” que morreu na quinta-feira, 15, após se afogar no Rio São Francisco, em Canindé, Sergipe. Luciana Lima, mulher de Montagner, chegou ao velório em uma van, e entrou por uma porta lateral, por volta de 8h20. Muitos fãs prestaram homenagens em frente ao local, entoando orações (veja vídeo abaixo). Vários amigos do ator combinaram de ir de branco, para simbolizar paz.

“É um momento muito triste“, disse o ator Marco Ricca, também presente no velório.

Montagner, que interpretava o personagem Santo, tinha viajado para o Nordeste para gravar cenas da novela. Em um momento de folga, ele foi tomar um banho de rio e, depois do mergulho, não voltou à superfície.

O corpo do ator, que foi encontrado a 18 metros de profundidade no Rio São Francisco, chegou a Jundiaí, interior de São Paulo, na tarde da sexta, 16, por volta das 18h20, após deixar o Aeroporto Santa Maria, em Aracaju. O avião que conduziu o corpo foi para um hangar, onde um carro de funerária esperava para levar o caixão até o local onde seria velado, em São Paulo.

Inquérito

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o acidente envolvendo Domingos Montagner, que acabou culminando na morte do ator, de 54 anos. Segundo o delegado Antonio Francisco, responsável pelo caso, o local onde ator e Camila Pitanga foram mergulhar é conhecido na região por ser muito perigoso. “A Prainha é ótima para banhos, uma área agradabilíssima. O problema é o local específico em que eles foram mergulhar. Ali tem muita correnteza, os moradores da região nunca vão ali”, afirmou o delegado. “Não há placas no local avisando do perigo e o motorista que levou os dois não sabia dessa particularidade por não ser da região”.

Em entrevista ao EGO, o secretário municipal de Turismo, Cultura, Comunicação e Esportes de Canindé de São Francisco, Dimas Roque,justificou a ausência de placas no local: “A orla da Prainha de Canindé passou por uma grande reforma estrutural, na qual foram feitas várias intervenções paisagísticas. Mas as placas sinalizando o risco de afogamento e os oito guarda-vidas, que atuavam na região, ainda não voltaram para lá porque a Prainha ainda não está oficialmente aberta.” (fonte: Ego/foto: Thiago Duran/Agnews)

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