Comissão de Obras da Casa Plínio Amorim solicita à prefeitura suspensão das licenças para construção de shopping em área da Diocese

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A polêmica construção de um shopping popular numa parte da área pertencente à Diocese de Petrolina, no entorno do Palácio Episcopal, ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira (24), na Casa Plínio Amorim.

A Comissão de Obras do Legislativo Municipal, que tem como presidente o vereador Ruy Wanderley (PSC), está pedindo ao Executivo a suspensão imediata das licenças de construção e ambientais referentes ao projeto.

O pedido foi protocolado na sessão plenária de hoje, junto ao prefeito Miguel Coelho (PSB), ao secretário de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade, Eduardo Carvalho, e ao diretor-presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente (AMMA) Manoel Neto. A comissão quer um prazo de até 120 dias para que a Casa possa analisar quais as intervenções poderiam ser feitas na referida área, sem prejuízos ao patrimônio histórico e cultural de Petrolina. Ruy Wanderley, inclusive, esteve ontem (23) no local antes de formalizar o pedido ao Executivo.

6 COMENTÁRIOS

  1. Tempestade em copo d’água.
    Esse shopping não ia sair do papel mesmo.
    É só olhar os terrenos dos outros dois que alardiaram e só serviu pra encarecer os imóveis próximos.

  2. Nada de tempestade. As relíquias da cidade, deve ser preservada. E, como filhos da terra temos que valorizar a nossa Cultura, nossa história; e não simplesmente deixar desmoronar por conta de dinheiro.

  3. Como sempre, os oportunistas aproveitam o momento para tentarem tirar proveito eleitoral. É o caso. Será que a comissão desconhecia a questão? Foi necessário o Bispo, em sintonia com o Blog, tornar o fato notório.

  4. NÃO TEM ESTACIONAMENTO NO CENTRO NEM PARA BICICLETA COMO ALGUEM QUE TEM VISÃO DE EMPREENDEDOR VAI ENVESTIR NUM BOX NESTA REGIÃO CENTRAL DA CIDADE TENHAM A SANTA PACIENCIA…

  5. Qualquer intervenção naquele entorno descaratiza a área.
    Um gestor público que honre o nome, em benefício da cidade, deve atentar para que tais intervenções preservem a vocação da área. Aquela área não pode ser depreciada com construções oportunistas tipo a projetada, com denominação ridícula de shopping popular. Os camelódromos que têm sido edificados pelo Brasil afora, todo mundo conhece, é um ajuntamento de bugingangas chinesas, fedentinas, entre outros male
    Rejeitar o projeto é a melhor medida. Quer construir camelódromos que escolha outra área.
    A diocese, infelizmente, com a cisão interna demonstrada pela guerra de notas, se encontra fragilizada para reagir a essas tentações comerciais, que pena.
    A questão de dificuldade financeira de manutenção do acervo patrimonial e cultural/histórico deve ser equacionada de outra forma, com competencia administrativa e não com dilapidação patrimonial.

  6. Professor Ruy Wanderley, por ser evangélico, não tem isenção para fiscalizar a propriedade privada católica, ou então os vereadores católicos fiscalizem para as obras da 1ª igreja batista (em frente ao parque Josefa coelho) que, diga-se bem, é um terreno publico e sua doação bastante polêmica.

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