Calçada ‘privatizada’ é motivo de reclamação na Avenida Monsenhor Ângelo Sampaio

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Prática comum em Petrolina, a ocupação irregular de calçadas é alvo constante de reclamações. Desta vez, a indignação vem da Avenida Monsenhor Ângelo Sampaio, onde um leitor registrou em fotos o problema e as enviou ao Blog.

De acordo com o leitor, que diz que a calçada foi “privatizada”, as pessoas precisam circular pelo meio da rua, arriscando a vida em meio aos veículos. Insatisfeito, ele cobra providências da prefeitura. (foto/divulgação)

3 COMENTÁRIOS

  1. Não somente as calçadas – neste governo municipal finando – que se auto-privatizaram, se usarmos este termo, para designar a apropriação indevida do espaço público em Petrolina. A foto em questão é na área externa do prédio alugado a uma universidade particular, próximo ao conhecido bar da Tripa. realmente todo tomado pelo estacionamento coberto para os usuários da Uni. As “obras” de expansão da Petrolina Motos – Honda, também está em questionamento sobre a questão da calçada lateral da Rua Deoclécio, que, praticamente, fica “aforada” aos domínios particulares da loja. A PMP ficou em passar para verificar o ordenamento público do empreendimento. Mas nada de novidade, até agora. Vale recordar que a Academia Plataforma, logo no início da gestão Lóssio, se apropriou de parte significativa da calçada la rua Orocó, mais de um metro da mesma e ampliou o barzinho do empreendimento, daquela época para cá e nada foi feito. Nem os moradores parece que se acomodaram. O famoso Posto Catavento, também, se privilegiou da autorização – se houve- da Prefeitura, e inseriu como de sua propriedade todo o trecho da Rua Moacir A. de Assis na Vila Eduardo, com privatização com direito a cavalete amarelo do tipo AMMPLA como sendo reservado pela PGFN. Outros atropelos existem em toda a cidade e em todos os bairros. Se se fizer uma fiscalização integrada por vários órgãos municipais muita coisa irregular vão encontrar.

  2. Também causa indignação a privatização da calçada do Adão Material de Construção, também na Ângelo Sampaio.
    A existência de dois grandes portões de ferro os quais abrem para fora e um deles é amarrado os poste da Celpe.

  3. Entendo que o senhor Luíz que fez o comentário acima, deveria ver se o prefeito foi ocupar a calçada pública. Provavelmente, a falta de educação e respeito, não foi praticada nenhum agente público. O usuário prática a infraçao e prejudica a muitos outros usuários. Infelizmente, o poder público é brando. A resposta do poder público deveria ser radical e sumária.
    …e que volte o código de Hamurábi.

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