Bancários de Juazeiro e região reforçam paralisação nacional dos servidores

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Em greve há 17 dias, os bancários de Juazeiro (BA) e região reforçaram a paralisação nacional dos servidores, realizada nesta quinta-feira (22), em prol da manutenção de direitos trabalhistas já conquistados. Diversas categorias estão nas ruas contra a intenção do atual governo em promover mudanças nesses direitos. Eles são contra a terceirização e defendem pontos como a previdência social, as empresas públicas e o pré-sal.

As principais centrais sindicais do Brasil (CUT, CTB, UGT, Força, NCST, CSP-Conlutas e Intersindical) e as entidades que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo organizaram a mobilização, que tem como slogan ‘Rumo à greve geral e por nenhum direito a menos’. As paralisações, atrasos na entrada, assembleias nas portas dos locais de trabalho, passeatas e manifestações ocorreram durante todo o dia.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários de Juazeiro e Região, Maribaldes da Silva, é preciso a união da categoria para defender os direitos trabalhistas e contestar as alterações que o atual presidente Michel Temer está querendo fazer em relação à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e à Previdência. “Somos contra uma reforma da Previdência que estipule uma idade mínima para aposentadoria; um absurdo querer aumentar a jornada de trabalho. Estamos na luta por nossos direitos e melhorias. Convocamos todos os bancários de Juazeiro e região para participar desse movimento em frente aos bancos da cidade”, disse.

Garantia

Além das dezenas de projetos que preveem a ampliação da terceirização apoiada por Temer, vários ministros do governo falaram em outras propostas que tiram direitos da classe trabalhadora, entre elas, a reforma da Previdência, com idade mínima de 65 anos e redução de benefício; mudanças na Lei trabalhista para permitir acordos de redução de salários, 13º e fatiamento das férias; e a PEC 241 que reduz os investimentos sociais, em especial nas áreas de saúde e educação.

As centrais sindicais defendem um projeto de desenvolvimento com geração de emprego e distribuição de renda, trabalho decente, aposentadoria digna e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário. (foto: Ascom SEEB/Juazeiro divulgação)

1 COMENTÁRIO

  1. Com um presidente deste tipo temos!!! que organizar como cidadãos e cobrar para que essa lei que ele quer seja igual para nós e eles também.se aposentar com (65) anos de idade…duvido que eles querem…lutar por direitos igual é certo. É um direito de todos cidadões. Brasileiros….

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