Baiano Isaquias Queiroz faz história e torna-se o maior medalhista brasileiro em uma única Olimpíada

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Duas pratas e um bronze. Não veio o ouro, mas o esporte brasileiro, a partir de agora, se divide entre antes e depois de Isaquias Queiroz. Desta vez em parceria com Erlon Souza, o canoísta baiano chegou a liderar boa parte da prova, mas ficou a 907 milésimos da dupla alemã Sebastian Brendel e Jan Vandrey na canoa dupla (C2) de 1.000 metros. De todo modo, ele crava seu nome como o maior atleta do país em uma única edição dos Jogos.

Nunca um brasileiro tinha conseguido três medalhas numa mesma Olimpíada. Aos 22 anos, ele já tinha ficando em segundo na prova do C1 de 1.000 m – perdeu o ouro também para Brendel – e em terceiro lugar no C1 de 200 m. A canoagem de velocidade também nunca tinha dado medalhas ao Brasil. A melhor colocação do Brasil nas Olimpíadas tinha sido um oitavo lugar de Sebastian Cuattrin, em Atlanta 1996.

Com mais uma medalha, o Brasil já ultrapassa as 17 medalhas de Londres 2012 como o melhor desempenho em termos de quantidade e ouro do país nos Jogos. O país tem neste momento cinco ouros, cinco prata e cinco bronzes, mas pode considerar também as medalhas no futebol e no vôlei masculinos, cujos times estão nas finais e terão, no mínimo, a prata. (fonte: Jornal O Tempo/foto: Getty Images)

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