Acusada de grilagem, comunitária afirma que processará dona de terreno no bairro São Joaquim

por Carlos Britto // 13 de julho de 2012 às 14:00

A doméstica Evani Teodora da Silva, mais conhecida por Dona “Vilô”, disse que vai processar uma das proprietárias de um terreno no São Joaquim (zona norte de Petrolina), a “Tereza de Laninho”, que a acusou de grilagem de terras no bairro. Tereza – que procurou o Blog para contestar a comunitária Roberta Barbosa, a qual denunciou que sua casa foi demolida no São Joaquim sem nenhuma aviso por parte da prefeitura – aproveitou para acusar Dona Vilô, a quem afirmou vender terrenos que já teriam donos.

Mas Dona Vilô não deixou barato. Ela afirmou que Tereza reivindica por uma área no São Joaquim da qual seus terrenos não fazem parte. “Os terrenos dela ficam dentro da lagoa, isso foi medido pelo fiscal da prefeitura, mas ela não aceitou o fato e até agrediu o fiscal”, revelou.

Ela disse ainda que o terreno onde Roberta construiu e teve sua casa demolida faz parte de uma área comprada por Joaquim da Silva (que tem uma parceria com Dona Vilô) , na década de 60, por 2 cruzeiros – moeda da época.

Quem vendeu os lotes do então Recanto do Caroá II, onde atualmente está o bairro, foi o falecido empresário e ex-prefeito da cidade José Coelho. Com todos os documentos de posse em mãos, incluindo os do Incra, Dona Vilô mostrou à reportagem a escritura repassada em 1993 por Zé Coelho, comprovando o fato.

Queixa

A doméstica explicou que Terezinha também foi beneficiada com lotes do antigo Sítio Caroá II, mas o terreno comprado por Roberta a um corretor chamado José Roberto não tem nada a ver com a área da qual Terezinha se diz a dona. Ela informou ainda que seu genro, Francisco Furtado da Silva, é outro que comprou terreno a José Roberto e foi denunciado por Terezinha de ter se apropriado do que é seu. “Ele (Francisco) disse que vai processá-la”, garante Dona Vilô. Ele também refuta as acusações de que teriam vendido outros lotes em bairros da zona norte da cidade.

Segundo Dona Vilô, os únicos terrenos que vendeu são os do São Joaquim, cuja proprietária é Míriam de Souza Santos – da qual é procuradora. “Já prestei queixa contra ela por calúnia, difamação e danos morais. Ladrão não mostra documentos, e nem procura a justiça. E nós temos duas escrituras em nome de Seu Joaquim, do Renato do Caroá II e do Mandacaru, além do Incra. São todos documentos originais”, completou.

Acusada de grilagem, comunitária afirma que processará dona de terreno no bairro São Joaquim

  1. MÁRCIO disse:

    DA QUI A POUCO ELA APARECE COM UM DOCUMENTO DIZENDO Q A ILHA DO FOGO É DELA.KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  2. Naja disse:

    oh confusão essa, parece aquela história, joão que ama rita que ama josé que ama ana.

  3. fagner disse:

    Eu gostaria q ela me informasse o numero dessa tal de mirian essa mulher me vendeu 2 terrenos no cujo bairro e ambos ja tem dono….
    vou correr a tras.!!!

  4. maria disse:

    Se Miriam é Proprietaria, ela tem por obrigação ou a procuradora de passar a escrutura quem comprou não pode perder, vamos atrás, em petrolina tem cartório. VAMOS JUNTAR TODOS QUE TEM PROCURAÇÃO ASSINADO POR QUEM QUER QUE SEJA E EXIGIR NOSSOS DIREITOS. QUEREMOS VER A ESCRITURA ,
    ATE SÓ QUEM PROVA QUE TEM E MOSTRA A ESCRITURA É A CITADA TEREZA DE LANINHO OU TEREZINHA, ESSA EU TIRO O CHAPÉU.

    e

    r

  5. Feito justiça. disse:

    olhe essas escritura tem que ser mostrada na justiça, quem garante se não é falsa. isso é de quem pega os terrenos alheios e tem costume de sair vendendo ai entrar pelo cano coisa feia, deus esta no ceu e esta vendo cuidados nos castigo que deus tarda mais não falha. a justça resolvera.

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