Juazeiro (BA) já entrou em contagem regressiva para a 2ª edição do Festival ‘Juá Literária’, que vai transformar o município na capital cultural da Bahia. O evento acontecerá de 20 a 25 de julho com mais de 180 atrações, cerca de 200 artistas e escritores, distribuídos em dez espaços da cidade e da zona rural, e integra a programação dos 148 anos de emancipação política do município.
O festival começa às 9h da segunda-feira (20), na Carreta Literária, com uma apresentação das escolas da rede pública municipal. Daí em diante, um leque diversificado de atrações promete mobilizar o público com a participação de artistas de renome nacional em rodas de conversa, mesas, oficinas, teatro, contação de histórias, lançamentos e shows musicais.
Nomes representativos no segmento literário, a exemplo de Bob Fernandes e Daniel Munduruku, além de Osvaldo Montenegro e Adriana Calcanhoto, no cenário musical nacional, irão se revezar em ações como a Tenda das Palavras e Canções do Rio, numa superestrutura montada na Orla Nova do município, à beira do Rio São Francisco, no Centro de Cultura João Gilberto e na Casa do Artesão.
A grade do festival amplia o leque cultural com propostas acessíveis a públicos de todas as idades. Ainda são exemplos ações como as Embarcações de Poesias, Cais da Palavra, Flijuá (Feira de Literatura de Juazeiro), Leve e Leia e a Praça do Zé Livrório, que estende o evento para localidades da zona rural do município, integrando oficialmente o calendário de aniversário de 148 anos de Juazeiro.
Força das palavras
Para a secretária municipal de Educação, Maéve Melo, o momento é de celebrar a força das palavras neste que já é considerado o maior Festival de literatura do Vale do São Francisco. “O Juá Literária vem aí trazendo muita arte, literatura, conhecimento e inspiração para todas as idades; a riqueza da nossa cultura e o encanto das histórias que nos unem”, pontuou. O evento é uma realização da Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Educação, dentro do Programa Juá Literária, com apoio da Editora IMEPH, Andelivros, Governo do Estado da Bahia e Fundação Pedro Calmon, e produção da Carranca Produções e Entre Versos e Canções Produções.


