Parlamentares reagem ao Governo Trump em classificar facções como “terroristas”

por Antonio Carlos Miranda // 11 de março de 2026 às 11:31

Fotos: Nilzete Britto/CMP e Jarbas Araújo/Alepe

A repercussão acerca da possibilidade do governo norte-americano em classificar facções criminosas no Brasil, a exemplo do Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC), como “terroristas’, foi imediata. Em Petrolina, o assunto foi levado a plenário da Casa Plínio Amorim, ontem (10), pelo vereador Professor Gilmar Santos (PT).

O oposicionista lamentou que ainda existam pessoas defendendo que o presidente Donald Trump invada o país sob esse pretexto. Professor Gilmar lembrou que Trump é “pedófilo e estuprador”, conforme documentos do FBI – a polícia federal dos Estados Unidos.

Não pode haver um nível de burrice e de idiotice tão grande, diante de tantos fatos que têm acontecido em outros países, com tantas vidas sendo ceifadas. A gente precisa ter uma postura corajosa e realmente patriótica em defesa do nosso país”, ponderou. Ele lembrou ainda que a questão da alta dos combustíveis se deve a essa política genocida de Trump.

Já Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado João Paulo (PT) também abordou o assunto ontem. Do Plenário, o parlamentar alertou que isso seria uma afronta à soberania nacional. “Com essa medida, Trump poderá invadir o Brasil e fazer sanções econômicas contra os interesses, as nossas empresas e a nossa economia”, afirmou. Ele ainda destacou as ações do Governo Lula no combate ao crime organizado, como a Operação Carbono Oculto e a PEC da Segurança Pública, atualmente em tramitação no Senado. João Paulo também fez críticas aos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. De acordo com o parlamentar, o bombardeio constitui grave violação de um Estado nacional e abre precedentes perigosos para o sistema internacional.

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