Em nota, Sinpol aponta caminhos para diminuir criminalidade em Pernambuco

Em nota, a diretoria do Sinpol – Sindicato dos Policiais Civil de Pernambuco – lamentou os números da violência que foi destaque em jornal de circulação nacional. A entidade aponta caminhos para a redução do quadro de insegurança que o estado vive hoje. Confira:

Lamentavelmente, a crescente onda de violência em Pernambuco voltou a ganhar destaque na imprensa nacional. Dessa vez foi a Folha de São Paulo que estampou em matéria de capa deste domingo (16) que a “Violência explode, e PE regride uma década com 16 assassinatos por dia”. E como se já não bastasse, a própria Folha de São Paulo precisou corrigir-se com a última atualização dos números da violência no estado: em março, superamos a marca dos 17 homicídios diários, em média.

Em entrevista aos repórteres especiais da Folha, o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), Áureo Cisneiros, expôs sua preocupação com a falta de medidas que efetivamente possam contribuir para a diminuição da violência no estado, como a valorização dos agentes de segurança pública, o aumento no efetivo e melhores condições de trabalho.

No final de 2014 o Sinpol já chamava a atenção do Governo do Estado para o iminente colapso na segurança pública, e em especial na polícia investigativa. Infelizmente tal prognóstico se concretizou. Na ocasião, o sindicato preparou um dossiê que foi entregue ao governador Paulo Câmara em 2015 no qual foram expostas deficiências e propostas de soluções para cada uma delas. O governo, no entanto, optou por não acolher as propostas encaminhadas e, à revelia do que diziam os agentes de segurança pública, trilhou o caminho que fez de Pernambuco um lugar cada vez mais inseguro e violento.

Sempre deixamos claro que a impunidade é o grande mal a ser combatido para se diminuir a violência e a criminalidade, pois, ela faz com que os indivíduos continuem reiteradamente a delinquir, causando um verdadeiro incentivo à atividade criminosa já que leva a crer que o “crime compensa”. Só há uma forme efetiva para atacar tal mal: investimento maciço na polícia que investiga e elucida os crimes. A regra nos países com baixas taxas de criminalidade é uma polícia investigativa profissional, aparelhada e com efetivo suficiente para apurar e levar os criminosos a serem julgados pela justiça com provas suficientes, evitando, assim, que os bandidos não sejam facilmente soltos. À título de exemplo, no Japão a taxa de solução de crimes chega a 95%, enquanto que no Brasil não passa de absurdos 8%!

Por entender que não há tempo a perder e que trata-se, literalmente, de questões de vida ou morte, o Sinpol resolve outra vez tornar pública a série de medidas aconselhadas ao Governo do Estado para diminuir a violência no Estado, salvar vidas e recuperar a imagem de Pernambuco Brasil à fora:

Concursos periódicos para recompor o quadro, pois, não se pode admitir que uma carreira típica de Estado tenha concursos de 10 em 10 anos. Hoje temos o mesmo efetivo que há 30 anos atrás, enquanto que a população de Pernambuco quase duplicou;

Melhorar e padronizar as Delegacias. A maioria são casas alugadas e mal adaptadas para servirem as necessidades das equipes de investigação;

Desburocratizar a estrutura de investigação dando autonomia administrativa para a Polícia Civil, focando na atividade fim do Policial, e não utilizar o efetivo para atividades administrativas, como preencher planilhas;

Aparelhar e equipar a Polícia Civil com coletes e armamento adequado e confiável, com viaturas DESCARACTERIZADAS, pois, diferentemente do policiamento ostensivo, a investigação deve ser realizada de forma velada e discreta;

Valorização e incentivo a todos os servidores Policiais Civis, com melhores salários, já que trata-se de uma carreira de nível superior, mas, que paga como nível médio, buscado diminuir e harmonizar as diferenças entre os cargos que a compõem, incentivando a permanência na carreira;

Combate às injustiças e privilégios internos e priorização a atividade investigativa;

Integração, interiorização e descentralização das atividades Periciais da Polícia Civil, fazendo com que as perícias atuem em conjunto e no mesmo espaço que as equipes de investigação.

Sabemos que não há mágica para se diminuir a criminalidade: é necessário um forte e perene combate a desigualdade social juntamente com uma Polícia Investigativa forte, capaz, bem aparelhada e bem remunerada. Faltou sensibilidade por parte do Governo Estadual em dialogar e debater as dificuldades e as saídas para tão grave problema com as entidades sindicais representativas da classe, com a sociedade civil organizada, com a academia e com todos os atores que, direta ou indiretamente atuam no combate à criminalidade. Faltou ao Governo o PACTO. 

O Sinpol continua e continuará com sua posição crítica, porém, como sempre o foi, disposto a discutir e contribuir para uma sociedade mais justa e menos violenta para todos, pois, o nosso compromisso é com os policiais e com a sociedade pernambucana.

A Diretoria

Sinpol lamenta decisão judicial que proíbe corregedor-geral da SDS ser tachado de “perseguidor geral”

servilho-paiva

O embate travado pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) e o corregedor-geral da Secretaria de Defesa Social no Governo Paulo Câmara, Servilho Paiva (foto), ganhou mais um capítulo. Uma ação judicial, impetrada por Servilho, determinou ao Sinpol não mais utilizar a expressão “Perseguidor Geral do Estado”, atribuída ao corregedor, diante das dificuldades da categoria em dialogar com o mesmo.

Em nota à imprensa, a diretoria do Sinpol afirma que acatará no momento a decisão, mas ressaltou que irá recorrer. Confiram a nota na íntegra:

Demonstrando tremenda falta de preparo para estar à frente do cargo que ocupa, deixando claro que não consegue lidar com divergências e críticas, o Corregedor Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS), Servilho Paiva, entrou com uma ação judicial para impedir que diretores do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) o chamassem publicamente de “Perseguidor Geral do Estado”.

Parece-nos, diante da profunda crise pela qual passa a Segurança Pública de Pernambuco, que há demandas muito mais urgentes para Servilho e a cúpula da SDS se ocuparem. Como é de costume do Sinpol, cumpriremos as determinações legais, mas iremos recorrer até as últimas instâncias para fazer valer o Estado Democrático de Direito.

Nossa luta contra as perseguições e a falta de democracia empregadas na atual gestão da Corregedoria Geral da SDS vai continuar, com ainda mais força e criatividade.

A diretoria

(foto/reprodução)

Policiais civis de Pernambuco afastam possibilidade de greve até reunião com governo

caminhada policiais civis PE

Os policiais civis de Pernambuco aceitaram se reunir com o Governo, no dia 16 de agosto, para discutir o principal ponto da campanha salarial de 2016 da categoria. A decisão aconteceu após uma caminhada realizada pela classe nesta terça-feira (2), que terminou em frente à sede do governo estadual, o Palácio Campo das Princesas, e determinou que não haverá paralisação enquanto não houver esse encontro.

Após a assembleia do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) desta terça, seis representantes da categoria, inclusive o presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, foram recebidos pelo secretário executivo da Casa Civil, Marcelo Canuto. No encontro, ficou definida a data da reunião na sede da Secretaria de Administração (SAD), no Pina, no dia 16 – quando terá a primeira rodada de negociação do plano de cargos, carreiras e vencimentos da classe.

De acordo com a SAD, será a sétima reunião, apenas em 2016, com o Sinpol e descarta a acusação de falta de diálogo. A secretaria ainda afirma, por meio de nota, que o Governo se encontra acima do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O percentual de despesas com pessoal foi de 47,13%, ultrapassando o limite que é de 46,55% – com isso, segundo a SAD, o Estado fica impedido de conceder reajustes ou adequação de remuneração, por exemplo. Confira a nota na íntegra no fim da matéria.

Campanha salarial

O ato de ontem marca a primeira ação da campanha salarial de 2016 após a paralisação da categoria no Carnaval. Os policiais saíram em caminhada pela área central do Recife. Com saída da sede do Sinpol, em Santo Amaro, seguiram para a avenida Cruz Cabugá, rua do Hospício, avenida Conde da Boa Vista e rua da Aurora. O fim do percurso terminou em frente ao Palácio Campo das Princesas. (fonte: Folha PE/foto: Arthur de Souza)

Policiais Civis de Pernambuco podem paralisar atividades a partir de hoje

Polícia Civil PernambucoO Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) realizará nesta terça-feira (2), às 9h, na sede da entidade, uma assembleia que definirá as estratégias da categoria na luta por melhores condições de trabalho e pela valorização dos profissionais. De acordo com o Sinpol, “inúmeras vezes, ao menos quatro delas oficiadas, tentou estabelecer um canal de diálogo com o governo, mas em nenhum momento a categoria recebeu o mínimo de atenção, nem ao menos foi respondida”.

Logo após a assembleia, os policiais civis sairão em caminhada até o Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo do Estado, onde vão cobrar respostas e um posicionamento para ser dado a categoria.  Uma possível greve pode ser deflagrada hoje. “Caso essa forma de tratar a segurança pública do estado persista, outras medidas serão tomadas. A nossa luta tem data e hora para recomeçar, mas não para acabar“, destaca nota enviada pelo Sinpol.

Segurança pública: O ‘calo’ do Governo Paulo Câmara

Paulo Camara2

Na metade do seu mandato, o governador Paulo Câmara (PSB), vem enfrentando muitas dificuldades devido à crise econômica. Outros gestores no país também vivem situação parecida, mas cada um tem de se virar. Não tem jeito.

E em Pernambuco, Câmara tem um ‘calo’ que não consegue se livrar em sua primeira gestão: a segurança pública.

Depois de já ter enfrentado uma insatisfação da Polícia Civil neste ano, que por pouco não termina em greve, há cinco meses, uma nova tempestade se anuncia.

O sindicato da categoria (Sinpol) poderá decretar desta vez uma paralisação, de fato, se o estado não investir em melhorias nos salários e condições de trabalho dos policiais.

Em Petrolina, por exemplo, o Sinpol vai pedir a intervenção da Delegacia de Polícia no Bairro Ouro Preto, onde os policiais são obrigados a tirar do bolso até para beber água ou manter serviços essenciais como limpeza do local.

Durante os dois mandatos de Eduardo Campos, o ‘Pacto Pela Vida’ minimizou – mesmo que de forma nem tão significativa – os problemas da segurança pública no estado.

O desafio de Paulo Câmara é tentar pelo menos manter o pouco conquistado nessa área com seu antecessor. Mas pelo visto, está muito difícil. Para não dizer impossível.

Sindicato dos Policiais Civis de PE é processado pelo Governado do Estado e diretoria acusa SDS de perseguição política

Após bater de frente com o Governo de Pernambuco ao denunciar a situação defasada em que se encontram as delegacias e IMLs do Estado, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sinpol) começou a sofrer algumas penalizações impetradas pela administração estadual.

O presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros (foto) e outros diretores são alvos de Processos Administrativos Disciplinares (PADs). Em nota, a categoria acusa a Secretaria de Defesa Social (SDS) de sofrer perseguição e censura.

Acompanhe:

No dia 11 de março a diretoria do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) foi surpreendida com a publicação de cinco Processos Administrativos Disciplinares (PADs) contra seu Presidente Áureo Cisneiros e outros diretores. Todos os processos são movidos em razão das atividades e da luta sindical dos diretores do Sinpol e caracterizam-se como perseguição política.

Durante todo o ano de 2015, com a combatividade que lhe é característica, o Sinpol lançou a Operação Polícia Cidadã, como parte da luta por valorização dos policiais, melhoria nas condições de trabalho e ganhos salariais, denunciando a caótica situação das delegacias e institutos de polícia nos municípios pernambucanos, inclusive tendo realizado um levantamento em diversas unidades policiais em todo o Estado, apresentando ao final um Dossiê da situação de precariedade de funcionamento da Polícia Civil, escancarando a difícil realidade cotidiana dos policiais e da população que precisa do atendimento.

O Sinpol denunciou o completo abandono das três unidades do IML (Instituto de Medicina Legal) no Estado, do Instituto Tavares Buril, do Instituto de Criminalística e demais unidades policiais e exatamente por posicionar-se em defesa dos profissionais de segurança e ao lado da população pernambucana, daqueles que precisam dos serviços policiais justamente nos momentos mais críticos de suas vidas,  é que os diretores do Sinpol estão sendo perseguidos pela Corregedoria da Secretaria de Defesa Social, inclusive, com possibilidade  de expulsão dos quadros da Polícia Civil.

Além do Presidente Áureo Cisneiros e do vice-presidente Rafael Cavalcanti, os diretores Douglas Lemos, Umbelino Neto, Tiago Batista, Roseno Pereira e Benoni Ozório estão sendo acusados pela Corregedoria de diversas práticas contra o funcionamento da instituição.

Contra eles foi instaurado um processo disciplinar por denunciarem que servidores administrativos poderiam estar cometendo crime de usurpação de função de polícia civil. Outro processo foi instaurado porque os diretores do Sinpol denunciaram a precária situação da unidade do IML em Caruaru. Ainda outros dois procedimentos foram instaurados por terem denunciado as precaríssimas condições de trabalho na unidade do IML no Recife.

E como se não bastassem, diretores estão sendo processados por tecerem críticas ao combalido Pacto pela Vida, estando o Presidente Áureo Cisneiros processado pelo próprio Governador Paulo Câmara por críticas políticas feitas durante atos públicos.

O caso de Áureo Cisneiros é mais sério, pois mesmo antes de assumir a presidência do Sinpol já havia um processo disciplinar flagrantemente de perseguição contra ele, pois ainda em 2012 ele foi transferido da zona da mata norte, onde vivia e trabalhava, para o sertão, por já estar reivindicando melhores condições de trabalho para a Polícia Civil. Também teve seus horários de trabalho modificados por diversas vezes para impedi-lo de participar de movimentos de reivindicações e foi processado por liderar um movimento grevista naquele mesmo ano.

Por todos estes e outros motivos vimos a público externar com nossa maior veemência repúdio a estes atos governamentais que flagrantemente atentam contra os direitos à livre manifestação de consciência, de liberdade e de exercício de mandato classista, acreditando que tais atos se configuram um atentado contra o estado democrático de direito, contras os quais tomaremos todas as medidas judiciais cabíveis, responsabilizando por fim, um a um, aqueles que se prestam ao serviço de tentar amordaçar os que nada têm feito senão expor a vergonhosa situação da segurança pública no Estado de Pernambuco.

A Diretoria

Sinpol inicia jornada de visitas às delegacias de Pernambuco

SinpolOperação Policia Cidadã, encampada pelos Policiais Civis de Pernambuco, retomou suas atividades com visitas às delegacias do agreste e sertão do Estado.

Entre os últimos dias 23 e 25, os diretores do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco) seguiram por diversas cidades com a proposta de dar sequência a construção do dossiê que mostra a triste realidade das condições de trabalho da categoria e esclarecer pontos relevantes das conquistas vindas através da luta iniciada em 2015.

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Policiais civis de PE farão assembleia e podem deflagrar greve geral

Polícia Civil 1O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) realizará, na próxima terça-feira (2), uma assembleia geral para discutir medidas acerca do descumprimento de compromissos firmados por parte do Governo do Estado com a categoria. Os policiais farão assembleia e podem decretar greve. Apesar de firmar em documento, o governo ainda não publicou no Diário Oficial a formação dos dois grupos de trabalho para reformular o PCCV (Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos) e para elaborar a Lei Orgânica da Polícia Civil.

Ainda de acordo com os compromissos entre governo e categoria assinado em dezembro de 2015, no início do período legislativo, que compreende o dia 1º de fevereiro, o Governo enviaria um Projeto de Lei reformulando o atual PCCV da Polícia Civil e alterando as faixas de progressão de 1,5% para 2%, que já poderia vigorar em abril de 2016.

Disseram que iriam esperar a conclusão do primeiro quadrimestre do ano. Não foi isso que firmaram com a gente“, denuncia Áureo Cisneiros, presidente do Sinpol.

Cisneiros também explica que a diretoria do sindicato procurou a assessoria da Secretaria de Administração durante todo mês de janeiro, mas não obteve nenhuma confirmação sobre a criação dos dois grupos de trabalho. “Não estamos pedindo favor, queremos a realização de compromissos que o governo assinou com os policiais civis“, explica o dirigente.

Alerta

O Sinpol alerta que os quase 5 mil policiais civis de Pernambuco continuam trabalhando em delegacias com péssimas condições de atendimento, com carga horária excessiva e recebendo o pior salário de policial civil do Brasil. Segundo dados do próximo governo estadual, o efetivo ideal para a polícia civil em 2015 deveria ser de 10 mil policiais na ativa. (fonte: JC Online)

Em protesto contra governo, Sinpol coloca cruzes no Centro de Petrolina para representar número de homicídios em Pernambuco

protesto sinpol petrolina

Um protesto realizado por policiais civis de Pernambuco na manhã desta terça-feira (1), no Centro de Petrolina, chamou atenção de quem passava pelos arredores da Praça Dom Malan. (mais…)

Supervisor nega denúncias sobre IML de Petrolina, mas representante do Sinpol sustenta: “Já vi gato comendo restos mortais no esgoto”

Álvaro IMLAs denúncias sobre os problemas no Instituto Médico Legal (IML) de Petrolina, que já eram aterradoras, ficaram ainda piores na manhã de hoje (10), quando o representante local do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Roseno Neto, disse ter presenciado até gatos comendo restos mortais na rede de esgoto da cidade. “A situação lá é muito feia. Quem quiser ir lá ver pode ir. Inclusive eu já vi até gato comendo restos mortais no esgoto” denunciou o líder sindical.

Esta semana, a população ficou chocada com as revelações feitas pelo representante do Sinpol, o qual disse que pedaços de corpos humanos estariam sendo lançados na rede de esgoto da cidade. Mas o supervisor do IML de Petrolina, Álvaro Miranda, decidiu ir à imprensa negar as denúncias. De acordo com o supervisor, a situação do instituto não é das melhores, mas segundo Miranda, as denúncias do Sinpol não seria verídicas.

Isso não corresponde à realidade, não acontece e é uma inverdade. Logicamente que a estrutura do IML está muito aquém  do que deveria ser, mas não chega a isso, não. Já existe um projeto aprovado para uma reforma e só falta liberação”, disse o supervisor, em entrevista à rádio Jornal.

Para embasar suas denúncias, o representante do Sinpol explicou que o IML deveria ter uma rede de esgoto individual com tanques de decantação o que, segundo ele, não acontece. “Ele [Álvaro] está dizendo que é mentira. Então eu pergunto: cadê os tanques de decantação que deveria ter no IML? O IML tinha de ter uma rede de esgoto individual, mas não tem. Queria que alguém me mostrasse estes tanques”, finalizou. Segundo o supervisor do IML, o projeto de reforma na unidade de Petrolina só depende da liberação de recursos por parte do governo do estado.

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