Vereador diz que Miguel Coelho terá que rever áreas doadas em troca de extinção do Ceape

A polêmica desativação do Ceape, antigo centro de abastecimento de Petrolina, continua rendendo assunto para o vereador governista Ronaldo Cancão (PTB). Agora ele revela que o prefeito Miguel Coelho (PSB) terá que rever o processo de doação de terrenos ocorrido na gestão passada, em troca do extinção do equipamento.

Segundo o petebista, cerca de 40 permissionários não receberam esses terrenos e reclamam na justiça o cumprimento da lei votada na Câmara para a desativação do Ceape. Cancão fez questão de lembrar que votou contra a matéria ocorrida na legislatura passada.

“Quero a reversão de área, a relação dos contemplados e quem vendeu as áreas que a lei de desativação do espaço não permitia. Todas as doações foram feitas na gestão passada e vêm ocorrendo essas irregularidades. Permissionários que têm direito à área e que não foram contemplados. Todos estão com ação na justiça e o prefeito terá que rever os terrenos de quem cometeu irregularidades nesse processo, caso contrário irei procurar o Ministério Público”, alertou Cancão.

Ronaldo Cancão manda Julio Lossio Filho “se recolher” e deixar Miguel Coelho governar

O vereador governista Ronaldo Cancão (PTB) é conhecido por não deixar nenhum questionamento sem resposta. E ele mandou um duro recado ao presidente do PMDB jovem, Julio Lossio Filho, que esteve na Câmara de Petrolina nesta quinta, 20, atendendo a convites de correligionários na Casa. O estudante de Direito é filho do ex-prefeito Julio Lossio.

Ao ser perguntado sobre o que ele achava da citação de ‘Julinho’ – como o estudante é conhecido – de que o grupo estaria pronto para voltar em 2020, citando “erros” da atual gestão, Cancão não deixou por menos e mandou o filho de Lossio “se recolher”,  porque é assim que age quem é derrotado.

“O papel de quem é derrotado é o recolhimento e procurar ajudar se for necessário. Quando perdemos, fomos para o recolhimento, e o prefeito administrou a cidade. Não ficamos chorando o leite derramado”, declarou.

“Herança maldita”

Cancão disse que Julinho só esqueceu de dizer que o município foi entregue com muitos problemas e dívidas. Ele pediu para deixar o atual prefeito Miguel Coelho (PSB) governar, porque a cidade precisa. “Ele esqueceu de dizer que Miguel recebeu uma dívida maldita de mais de R$ 150 milhões. Só na educação foram R$ 19 milhões. Sem efetuar o pagamento do fardamento do Nova Semente de 2016, bolsas dos agentes de saúde, R$ 645 mil que a empresa está cobrando”, listou o vereador petebista.

O governista lembrou ainda que quando Lossio assumiu o primeiro mandato, em 2009, o hoje senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) tinha sido derrotado e liberou R$ 1 milhão para serviços de macrodrenagem na cidade. “Então é preciso ter uma certa cautela em determinada posição. Deixem o jovem Miguel Coelho governar. É muito cedo para fazer qualquer tipo de avaliação. Quem está na política e que tem um resultado adverso, o caminho é se recolher”, reforçou.

Câmara de Petrolina muda mais uma vez dia de sessão ordinária

Pegando carona na pauta das audiência públicas propostas pelos vereadores da atual legislatura de Petrolina, o presidente da Câmara Municipal, vereador Osório Siqueira (PSB), transferiu mais uma vez para sexta, agora no dia 31, a sessão ordinária desta quinta, 30. No ofício encaminhado aos vereadores, população e veículos de comunicação, Osório ressalta que a sessão não sera 9h como nos dias normais de reuniões, mas acontecerá às 19h, dentro da audiência pública sobre segurança proposta pelo vereador Ronaldo Cancão (PTB).

A audiência está marcada para ocorrer no ginásio da Escola José Joaquim André Cavalcante, localizada na Avenida Francisco Coelho de Amorim, S/N. bairro José e Maria, zona norte de Petrolina.

“Na oportunidade será discutido assuntos sobre a Segurança Pública na cidade de Petrolina, no que se refere aos grandes transtornos causado pela falta de segurança”, conclui Osório no ofício sobre a mudança de dia e horário das sessões plenárias da Casa Plínio Amorim.

A primeira mudança das reuniões ordinárias ocorreu no começo do mês quando da realização do debate sobre a reforma da previdência social, pautada pelo vereador Osinaldo Souza (PTB) que também ocorreu numa sexta-feira, tendo junto a reunião ordinária do poder legislativo petrolinense que regimentalmente tem como dias de sessão, terças e quintas-feiras.

Audiência pública debate violência em Petrolina

Os números da violência, suas causas, consequências e a busca de soluções para que a cultura da paz prevaleça em Petrolina, serão observados na audiência pública que o vereador Ronaldo Cancão (PTB) promove nesta sexta-feira, 31, às 19h, no ginásio da Escola José Joaquim, no bairro José e Maria, zona norte do município. Antes prevista para ocorrer na quinta, 30, o autor informou que o comando das polícias pediu para adiar a audiência para a sexta, diante de encontro sobre o Pacto pela Vida na quinta, no Recife, onde a cúpula da segurança pública do estado terá que se fazer presente.

“Levaremos a discussão para dentro do José e Maria, no foco da violência em nossa cidade. O tema é insegurança. Não posso me furtar de dá uma resposta a sociedade de Petrolina, por isso propusemos essa audiência”, assinalou Cancão.

O petebista visa com essa discussão, contribuir para a cultura da paz na maior cidade do sertão do estado. “Espero contar com o apoio da imprensa nesse encontro. Essa serão a nossa contribuição para a ajudar a redução dos índices de violência em nossa cidade”, concluiu Ronaldo Cancão.

Pegou fogo: Ronaldo Cancão e Ronaldo Silva acirram debate sobre tramitação de projeto em Comissão da qual fazem parte

Um bate boca acirrado entre o presidente e o relator da Comissão de Justiça e Redação da Câmara de Petrolina, vereadores Ronaldo Cancão (PTB) e Ronaldo Silva (PSDB), respectivamente, marcou a sessão desta terça-feira, 14. O motivo mais uma vez foi a falta de entendimento entre os parlamentares que compõem o mesmo Colegiado na Casa e cada um justificando que seguia as devidas prerrogativas legislativas em cumprimento ao regimento interno da Câmara.

Cancão queria colocar na pauta com dispensa de parecer, o projeto de lei de sua autoria que regulamenta o serviço de extração de pedra em Petrolina. O petebista alegou que a matéria tramita ha quase um ano na Casa e que nesta segunda, 13, assim como chegou às mãos de Silva o texto do executivo para doação de terreno à Compesa, aprovado na reunoão, também chegou o PL sobre as pedreiras e não entendeu por que o parecer foi somente para um projeto.

Ronaldo Cancão brigou para colocar o texto na pauta diante da urgência, pois as famílias da Pedreira Pau Darco, no Serrote Pelado, estão na iminência de deixar de sobreviver da atividade por divergências entre os donos da área da pedreira. Com a lei, os trabalhadores teriam mais segurança na atividade. A dispensa de parecer veio porque Cancão conseguiu 20 assinaturas dos colegas para que o texto entrasse na pauta sem o parecer do relator da Comissão de Justiça, como diz o regimento.

“Estou coberto pelo regimento da Casa”, disse o autor do PL. Silva rebateu. “O projeto chegou ontem às minhas mãos e tramita há um ano. É muita irresponsabilidade. Seus gritos não me amedrontam colega vereador”, atacou. O presidente da Câmara, vereador Osório Siqueira (PSB), diante do impasse e vendo que alguns colegas já tinham retirado o nome da lista de Ronaldo Cancão para a dispensa de parecer, se comprometeu em colocar o projeto em pauta na próxima quinta, 16, ou terça, 21.

O vereador que subiscreve o texto de Cancão, Gabriel Menezes (PSL), lamentou que os trabalhadores do Serrote Pelado não tivessem tido ainda a garantia de continuar sua atividade profissional na cidade por causa de toda a confuisão entre os colegas. Ele pediu desculpas, mas informou que esse comportamento mais acirrado na Casa Plinio Amorim, “faz parte do processo democrático”.

“Quero aqui deixar esse compromisso com vocês de colocar o projeto em pauta na terça ou o mais tardar, quinta. Toda essa discussão é para fazer o melhor para vocês”, ressaltou Gabriel. Sobre colegas divergerirem na mesma Comissão, a vereadora Cristina Costa (PT), alertou.

“Devemos observar e avaliar melhor. Como existir concenso num texto do Executivo e tanta divergência num projeto do Legislativo? Vamos colocar a cabeça para pensar e atuar de forma coesa para o bem dos trabalhos da Casa”, aconselhou.

Prefeito consegue R$ 1 milhão para readequação e reabertura do matadouro público de Petrolina

O vereador Ronaldo Cancão (PTB) parece que já pode respirar agora mais aliviado, Uma das principais bandeiras de luta dele, a recuperação e a reabertura do matadouro público de Petrolina, vai acontecer e dentro do que o vereador espera. Tudo porque o prefeito Miguel Coelho (PSB) revelou nesta quinta, 9, apos a maratona de audiências em Brasilia, ter conseguido com o Ministério da Agricultura, recursos da ordem de R$ 1 milhão. Com a verba, o equipamento vai passar por uma reforma geral e deve voltar a servir aos petrolinenses em breve.

“Apresentei a urgência dessa medida ao ministro da Agricultura Blairo Maggi, que me informou que existia um recurso da ordem de R$ 1 milhão para destinar a nossa solicitação. Agora é aguardar a liberação deses recursos que já estão assegurados para darmos inicio aos trabalhos de recuperação do abatedouro de Petrolina”, revelou Miguel Coelho.

O prefeito inclusive havia solicitado a Cancão um estudo sobre os valores necessários para os serviços que necessitariam ser feitos para reformar e colocar para funcionar o matadouro. O valor levantado por Ronaldo Cancão foi em torno de R$ 600 mil, abaixo do que o prefeito conseguiu. O próprio vereador relevou a informação durante a ultima sessão da Câmara, na terça, 7.

“Ele solicitou prazo para reabrir o matadouro”, disse o vereador Ronaldo Cancão sobre Miguel Coelho

 

O vereador Ronaldo Cancão (PTB) já apresentou todos os documentos necessários para que o prefeito Miguel Coelho (PSB) reabra o matadouro público de Petrolina em pelo menos 45 dias. Segundo Cancão, Miguel já teria solicitado o orçamento que ele revela ter ficado em torno de R$ 600 mil para a reabertura do equipamento. O assunto inclusive foi tema da audiência do prefeito essa semana no Ministério da Agricultura.

“Ele (Miguel) me ligou de Brasília e pediu o orçamento que ficou em R$ 600 mil. Tem que ser pra ontem essa recuperação. Temos que ter compromisso com a sociedade”, destacou Cancão.

O vereador ressalta que Petrolina tem um ano consumindo carne clandestina. Ele direcionou a responsabilidade pelo problema, ao ex-prefeito Julio Lóssio que segundo frisou, não assinou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) do Ministério Público. Cancão lembrou que o MPPE passou os oito anos de Lóssio investigando o funcionamento do matadouro.

“Foi um crime fechar o matadouro e isso é revoltante, porque carne clandestina é problema de saúde pública. O que não pode é continuar do jeito que está e o matadouro está em estado de abandono. E não está inadequado. O prefeito tem que reabrir o matadouro para investigar e punir quem tiver irregular”, concluiu Ronaldo Cancão

Vereador Ronaldo Cancão vai ao Campo das Princesas convidar representante do Estado para audiência pública sobre violência em Petrolina

Quem esteve no Recife (PE) no dia de ontem (16) foi o vereador governista Ronaldo Cancão (PTB). O principal compromisso de Cancão foi no Palácio do Campo das Princesas, onde foi recebido por João Campos, chefe de gabinete do governador Paulo Câmara. (mais…)

Audiência pública sobre aumento da criminalidade em Petrolina será realizada na Casa Plínio Amorim

Preocupado com o aumento da criminalidade em Petrolina, que colocou a cidade na 12ª colocação do ranking das mais violentas de Pernambuco – conforme dados da Secretaria de Defesa Social (SDS) – o vereador Ronaldo Cancão (PTB) propôs uma audiência pública para tratar do assunto.

De acordo com o vereador, a audiência está prevista para acontecer no próximo dia 30 de março na Casa Plínio Amorim. Além de autoridades policiais da cidade, Cancão espera também contar com a presença de algum representante do Governo Paulo Câmara.

A Casa Plínio Amorim, o Nova Semente e as CPIs que não começaram

Tem muita gente com um pé atrás em relação ao pedido para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Programa Nova Semente na Casa Plínio Amorim, esta semana, apresentado pelo vereador governista Ronaldo Cancão (PTB). E o motivo é simples.

A Casa tem histórico de CPIs que sequer começaram. A do Nova Semente, ao menos por enquanto, ainda não é exceção.

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