Wagner falta à posse e João faz elogio a Geddel

por Carlos Britto // 02 de janeiro de 2009 às 21:15

O prefeito reeleito de Salvador, João Henrique Carneiro (PMDB), na sua posse ontem na Câmara Municipal, juntamente com o vice Edvaldo Brito (PTB) e os 41 vereadores da capital – cerimônia que não contou com a presença do governador Jaques Wagner –, fez rasgados elogios ao ministro da Integração Nacional, profetizando que “certamente a Bahia saberá reconhecer a competência e a capacidade  do ministro Geddel Vieira Lima”, “um verdadeiro embaixador da nossa cidade junto ao governo federal”, ressaltou o peemedebista, que já defendeu candidatura de Geddel a governador em 2010 e a saída do PMDB da base de Jaques Wagner.
“Faço um agradecimento especial ao PMDB, o maior partido do Bahia e do Brasil, que vem se fortalecendo cada vez mais e se qualificando para assumir responsabilidades estratégicas, tanto no âmbito estadual quanto nacional. Certamente que de mãos dadas com o povo, é um partido competente para voos ainda mais altos, seja na Bahia seja no Brasil, uma vez que possui princípios e história e está firmemente comprometido com as questões sociais do nosso povo”, enfatizou João Henrique durante a posse, que foi prestigiada pelo ministro Geddel, por cinco deputados federais, os senadores João Durval (PDT) –  pai do prefeito–, e César Borges (PR), além do presidente do Tribunal de Contas da Bahia, Manoel Castro, do procurador-geral de Justiça da Bahia, Lidivaldo Brito, dentre outras autoridades.
Wagner – Na ausência de representante oficial do governador Jaques Wagner, que no final de 2008 passou a considerar João Henrique um prefeito de oposição, o cerimonial da Câmara Municipal, atendendo a pedido de Geddel, chamou para compor a mesa como representante do governo estadual o secretário de Infra-Estrutura, Batista Neves, indicado ao cargo na cota do PMDB. Indagado em coletiva sobre a ausência do governador, João Henrique desconversou. “Eu vi o secretário Batista Neves aqui, acredito que ele estava representando o governo do Estado, assim me foi passado pelo cerimonial”, respondeu João.

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