Tolentino acredita em experiência de Simão Filho para manter boa aprovação do governo

por Carlos Britto // 28 de outubro de 2021 às 08:43

Foto: Blog do Carlos Britto

Agora ex-secretário de Governo da Prefeitura de Petrolina, Orlando Tolentino parte para uma nova missão, mas nem tão diferente daquela na qual foi designado pelo prefeito Miguel Coelho (MDB). Em entrevista a este Blog, Tolentino afirmou que continuará com o desafio de assessorá-lo em projetos estruturantes para o município, a exemplo dos que já foram implementados para melhorar a vida dos petrolinenses.

O ex-secretário considerou positiva sua passagem pela pasta de Governo, uma vez que todos os projetos enviados pelo Executivo à Casa Plínio Amorim foram aprovados.

Construímos uma relação harmônica e independente entre os poderes, respeitando a legitimidade do voto popular que cada vereador recebeu. Sempre que a gente exerce um cargo, a gente aprende no exercício dele. Só tenho a agradecer a confiança depositada pelo prefeito, bem como a relação construída com a Câmara de Vereadores”, avaliou.

Sobre as ‘rebeliões’ registradas na base governista, Tolentino considerou natural que, em determinado momento, surja uma ou outra insatisfação. “Seja nas relações familiares ou na política, isso é natural. Mas o prefeito, com maestria, sabe conduzir e acolher todos os vereadores da sua base”.

Simão Filho

Perguntado se o vice-prefeito Simão Durando Filho não poderia sofrer um desgaste ao assumir a Secretaria de Governo, já que está prestes a comandar o município no ano que vem, após a desincompatibilização de Miguel do cargo para disputar o governo do Estado, Tolentino afirmou que Simão tem experiência suficiente para exercer esse papel à altura. “Ele também já foi secretário, eu o substitui, e agora ele está me substituindo. Tenho certeza que ele vai brilhar porque a gente tem uma base harmônica, e Simão vai conduzir muito bem a Secretaria de Governo”, pontuou. Um dos trabalhos de Tolentino, agora que terá mais tempo, é reforçar o nome de Miguel nos quatro cantos de Pernambuco. “A gente é um ‘soldado’ do grupo para o que for preciso e necessário”, concluiu.

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