TCE aponta 1.754 obras inacabadas em Pernambuco e Armando alfineta: “Retrato da incompetência”

por Carlos Britto // 18 de novembro de 2021 às 08:19

Foto: Léo Caldas/divulgação

Um relatório divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), mostrando um total de 1.754 obras inacabadas ou com indícios de estagnação em Pernambuco, serviu para municiar ainda mais a oposição ao Governo Paulo Câmara. O ex-senador Armando Monteiro Neto (PSDB), por exemplo, afirmou que esses dados são “um retrato contundente da incompetência e do descaso administrativo reinante em Pernambuco”.

No relatório, o TCE-PE mostra que as obras paralisadas ou com sinais de estagnação envolvem contratos nos valores de R$ 8,68 bilhões, dos quais R$ 2,5 bilhões já foram gastos, sem retorno à população. Entre as obras que se arrastam há anos, sob responsabilidade da gestão estadual, estão a Adutora do Agreste, os Corredores Norte-Sul e o Corredor Leste-Oeste, quatro das cinco barragens que seriam construídas para evitar inundações na Mata Sul, e o Hospital da Mulher de Caruaru.

O relatório do TCE-PE é um retrato insuspeito e contundente da inépcia, da incompetência e do descaso administrativo reinante em Pernambuco. O governo do Estado faz propaganda massiva vendendo um plano de desenvolvimento que se apoia apenas em anúncios grandiloquentes, sem nenhuma aderência à realidade. É um caso que vai passar para os anais, um governo que anuncia um plano de desenvolvimento apenas ao final de seu período administrativo. O povo de Pernambuco já identifica que isto serve claramente a interesses eleitorais”, alfinetou.

TCE aponta 1.754 obras inacabadas em Pernambuco e Armando alfineta: “Retrato da incompetência”

  1. Sertanejo disse:

    E daí? Os pernambucos de Recife sempre vão continuar votando nesses imundos do PSB. Petrolina e região nunca terão futuro se depender desse estadeco.

  2. Carlos disse:

    Nenhuma novidade! Governo mais incompetente da história recente do Estado! Fruto de um modelo de gestão ultrapassado, baseado em um inchaço da máquina administrativa, aliada a conchavos políticos na distribuição dos cargos públicos, bem como no aumento da carga tributária. Não é à toa que Pernambuco foi considerado o pior estado do Brasil para fazer negócio, de acordo com o relatório “Doing Business” do Banco Mundial. Mesmo assim, a imprensa regional não tece qualquer crítica a esse modelo, vez que tem seus caixas inflados com a propaganda do governo estadual.

  3. Petrolinense nato disse:

    politicagem barata, como se Petrolina não tivesse problema…

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