Por meio de nota, o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) reforça as duras críticas já levantadas pela entidade em relação o setor da saúde pública de Petrolina e faz um trocadiho com o sobrenome do prefeito Simão Durando. Confiram:
Petrolina é uma das principais forças econômicas do Sertão e tem destaque internacional na produção e exportação de alimentos. Mas esse protagonismo não se reflete na estrutura municipal de saúde.
Mesmo com mais de 418 mil habitantes, a cidade não conta com maternidade municipal nem pronto-socorro municipal, serviços essenciais para uma população desse porte.
No caso da assistência materna, essa ausência traz consequências diretas para gestantes, recém-nascidos e profissionais da saúde. Sem uma estrutura própria do município para atender essa demanda, cresce a pressão sobre a rede disponível e aumentam as dificuldades de acesso em momentos que exigem cuidado, segurança e resposta rápida.
Uma cidade com a dimensão e a importância de Petrolina precisa ter uma rede pública compatível com as necessidades de quem vive nela.
O Simepe seguirá atento à realidade enfrentada pelos médicos e pela população, cobrando da gestão municipal medidas concretas para superar essas lacunas na assistência.
Petrolina produz para o mundo. Na saúde, a prefeitura ainda precisa fazer o básico. Até quando esse descaso vai continuar durando?
Simepe


