No Sertão, Eduardo eleva o tom nas críticas à Dilma

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brício santana_640x427ARARIPINA – Candidato a presidente da República, o ex-governador Eduardo Campos (PSB) elevou o tom das críticas contra a presidente Dilma Rousseff (PT), sua adversária na disputa pela Palácio do Planalto.

O socialista, que reforçou neste último final de semana a campanha do candidato a governador pela Frente Popular de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) pelo interior do estado, disse em Araripina (no Sertão do Araripe), que a petista será a primeira governante “a entregar o país pior do que recebeu”.

Cadê o Canal do Sertão, o de Entremontes, a Ferrovia Transnordestina? São obras que pedimos a ela”, afirmou Eduardo, durante comício de inauguração do Comitê 40 na cidade.

O candidato a presidente disse ainda que, caso seja eleito, não fará “terrorismos” com o programa Bolsa-Família, como a presidente vem fazendo. “Não passarei R$ 150, R$ 160 na cara da mãe de família em troca de votos. Isso é um desrespeito com o cidadão brasileiro”, disparou o socialista.

Referindo-se às denúncias de corrupção no governo federal, Eduardo ressaltou que essa “rapinagem” só acontece por causa de interesses da atual presidente em não perder apoio no Congresso.

Câmara

Sobre os números do seu candidato ao governo, o socialista se disse convicto de que Câmara vai virar o jogo a partir do início do guia eleitoral de rádio e TV. Ele lembrou ter vivido situação parecida em 2006, quando tinha apenas 3% das intenções de voto, e conseguiu se eleger governador de Pernambuco. Também viu o mesmo em 2012, com o candidato a prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), que estava bem atrás nas pesquisas.

Vou dizer (no guia) que Paulo Câmara está preparado para ser um melhor governador do que eu fui, porque ele vai pegar um estado melhor do que eu peguei”, declarou. De Araripina, o socialista ainda seguiu com os companheiros de chapa majoritária de Câmara – o vice Raul Henry (PMDB), o candidato a senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) – e os da proporcional para outro comício, em afogados da Ingazeira, no Pajeú. (Foto: Brício Santana/divulgação)

5 COMENTÁRIOS

  1. Quando recebia investimentos maciços do governo federal e participava com seus correligionários das decisões haviaa uma aprovação e defesa das ações de Dilma. Parece que a ambição de governar o Brasil lhe subiu à cabeça, com certeza o velho Miguel Arraes de Alencar não aprovaria tal comportamento.

    • Comentário perfeito, cuspindo no prato que comeu por muito tempo, mente o tempo inteiro, foi liberado mais 1,2 bi para transnordestina. Agora o candidato dele a governo é fraco, sem falar nele mesmo que esta quase empatado com Pastor Everaldo para presidente. Vai perder de cabo a rabo. Não conseguiu administrar a Compesa e o Detran, iria conseguir administrar o Brasil. Sem falar que Petrolina não existe no mapa do estado.

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