Sem FBC, Miguel Coelho se reúne com imprensa e faz balanço de 2021 com Fernando Filho e Antonio Coelho

por Antonio Carlos Miranda // 18 de dezembro de 2021 às 19:59

Foto: Ascom PMP/divulgação

Após um ano sem sua tradicional confraternização com a imprensa, em virtude da pandemia de Covid-19, o prefeito de Petrolina Miguel Coelho (DEM) e seus irmãos – deputado federal Fernando Filho (DEM) e estadual Antonio Coelho (DEM) – voltaram a se reunir com jornalistas, radialistas e blogueiros, entre outros convidados, na noite de ontem (17). O encontro aconteceu no Restaurante do Ângelo, no Bodódromo da Areia Branca. Primeiro a fazer sua avaliação de 2021, Miguel mostrou-se mais animado do que nunca, mesmo com o duro resultado político para o seu grupo, em virtude do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) não ter conseguido a vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). FBC, inclusive, foi a ausência sentida no evento.

Miguel assegurou que as obras capitaneadas para a cidade por meio do governo federal manterão seu ritmo.

O que está contratado e sendo executado, não muda em nada. A gente precisa executar e concluir. Temos a (Avenida) Mário Rodrigues Coelho ficando pronta, a Cardoso de Sá, 200 ruas iniciando agora, em um novo contrato, fora as que já estavam; cinco novas creches começando as obras, e duas terminando, seis novas escolas, postos de saúde. Estamos para começar o Hospital da Criança, que tem também dinheiro do governo federal, além de emenda do senador e de recursos da prefeitura; vai ter a Orla III, a duplicação da Transnordestina. Então, a gente não pode achar que um fato isolado vai mudar todo um contexto. E repito: o trabalho que a gente representa para Petrolina, seja o meu enquanto prefeito, seja o da nossa força política, ancorado no senador Fernando, no deputado Fernando Filho e no deputado Antonio Coelho, no âmbito estadual, não muda nada. Pelo contrário, isso nos dá mais garra, mais vontade de poder conquistar mais”, declarou.

Na mesma linha, Fernando Filho afirmou que o ano foi positivo, com a atração de muitos investimentos para Petrolina e cidades próximas. Além disso, ele destacou que sua atuação também se estendeu a municípios da Zona da Mata, Agreste e alguns da Região Metropolitana, graças a suas emendas no Congresso. “Vamos nos preparar para renovar esses desafios para 2022, que por ser um ano eleitoral, vai ser muito desafiador”, avaliou, mimizando o que considera “um revés” em relação à não indicação do seu pai para ser ministro do TCU.

Líder da oposição

Em nível estadual, o deputado e líder da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Antonio Coelho, também apontou 2021 como um ano pelo qual pôde apresentar muitas proposituras. Entre suas atuações, Antonio citou a luta por uma carga tributária menor, para aliviar a situação financeira dos contribuintes pernambucanos. Recentemente ele defendeu o congelamento da base de cálculo do IPVA para impedir que esse tributo seja efetivamente elevado em cerca de 30%.

A gente procura também estar presente nos debates do dia a dia do cidadão, e uma das medidas que nós fizemos foi um projeto de lei para disciplinar o uso de coleiras em cães de grande porte, com comportamento antissocial, que foi motivado depois de um triste episódio no qual uma mulher que estava caminhando na Orla de Petrolina, foi seriamente atacada por um cão que estava sem coleira, numa falta de responsabilidade do dono. A gente conseguiu passar esse projeto de lei, e compete agora o governador regular essa medida”, pontuou.

Sobre a não indicação de Fernando para o TCU, Antonio considerou “superado” o episódio em relação ao seu pai FBC. Disse ainda que o vencedor para ocupar o cargo de ministro, senador Antonio Anastasia (PSD-MG) “é muito qualificado e vai contribuir para o Brasil”. O deputado se disse otimista no futuro e honrado em ter Fernando Bezerra ao seu lado na campanha eleitoral de 2022.

Sem FBC, Miguel Coelho se reúne com imprensa e faz balanço de 2021 com Fernando Filho e Antonio Coelho

  1. Marcos disse:

    Logo estarão aí pedindo votos para Lula

  2. Antonio Marreco disse:

    Erro de avaliação. Foi o que ocorreu com o senador.
    No mais, o próprio senador sabe que não se pode confiar no bolzo, sujeito sem palavra.
    Mas, de traição o senador entende, por isso, não deveria ficar se lamentando.
    De qualquer forma, traição de sorte, pq assim pula do galinheiro bolsonarista com uma boa justificativa…..
    Infelizmente.

  3. Marcos Macedo disse:

    TCU, seria o mimo do natal. Lamentável.

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