Secretaria de Saúde de Juazeiro alerta para cuidados com animais peçonhentos; já foram registradas 3 ocorrências por picada de escorpião em 2019

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Escorpião. (Foto: Reprodução)

A Secretaria Municipal de Saúde emitiu alerta para os cuidados que a população deve ter, principalmente no verão, com animais peçonhentos como escorpiões e aranhas, por exemplo. Segundo a Sesau, nesse período – que vai até março –  são registrados acidentes com esses animais, que escolhem locais de ambiente quente e úmido como habitat, em especial os escorpiões.

Os escorpiões presentes na área urbana se alimentam de baratas e são encontrados facilmente próximos a ambiente com acúmulo de lixo, além de se abrigarem em esgotos e entulhos. A superintendente de Vigilância em Saúde de Juazeiro, Tatiane Malta, chama atenção: “é importante que os moradores estejam sempre atentos, busquem isolar frechas de portas, mantenham os ralos de casa fechados, não acumulem lixo ou joguem entulho em locais impróprios, mantenham os quintais limpos. Os cuidados começam de maneira individual, mas também são coletivos”.

Outro fator que tem contribuído para que este tipo de animal esteja mais próximo dos centros urbanos e adentrando os domicílios, é o crescimento acelerado dos centros que desabitam as espécies e afastam os predadores. Em Juazeiro, no ano de 2017, foram registradas 34 ocorrências por picada de escorpião e em 2018 o número saltou para 85. Nos primeiros 25 dias de 2019 três casos já foram registrados. Não existe um local com maior presença deste animal, mas na zona rural os indicadores de picadas por este tipo são bem menores que na zona urbana.

Como proceder

A superintendente ainda informa como proceder em caso de picada. “É importante lavar o local com água e sabão e buscar imediatamente a Unidade de Saúde mais próxima da residência, para os cuidados com um profissional. Se o fato ocorrer no final de semana, é preciso buscar um dos serviços de saúde 24h no município. Outro ponto importante é prestar atenção às características do animal e, na hora do atendimento com o médico, descrever como era o animal. Isso facilita para o profissional saber a gravidade e qual a medicação apropriada”, concluiu Tatiane Malta.

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