O caso de José Alex e Diego Cruz, que foram confundidos com assaltantes e espancados, em Petrolina, em que um morreu e o outro passou 39 dias preso injustamente, foi um dos motivos para que o Ministério Público de Pernambuco promovesse oficinas de capacitação contra o chamado ‘racismo institucional‘. A decisão parte da prerrogativa que a cor da pele das vítimas influenciaram no pré-julgamento de suas condições de suspeitos, postura que não deveria ser adotada por representantes de órgão de defesa da sociedade civil. O curso tem abertura hoje (15), na cidade de Triunfo, no Sertão do Pajeú. Além de procuradores e promotores de justiça, participam da solenidade, juízes, delegados de polícia e líderes de movimentos negros da região. A […]
Caso José Alex e Diego Cruz motivou o MPPE a promover oficinas contra racismo
por Carlos Britto // 15 de abril de 2010 às 15:12



Daqui a uns 2 anos vai estar cobrando mais de 2 milhões de reais de cache