Os movimentos que lutam pelos direitos das mulheres em Petrolina avaliaram positivamente, na última terça-feira (2), a condenação do agressor e ex-namorado da professora universitária Amanda Figueiroa. De acordo com Socorro Lacerda, integrante da União Brasileira de Mulheres (UBM), a professora pode ser considerada a “Maria da Penha de Petrolina” por ter chamado toda a sociedade da região para discutir o tema e confirmar que a Justiça funciona sim nos casos de violência contra a mulher. Mesmo com o avanço da condenação – Teócrito cumprirá pena de um ano, sete meses e 15 dias em regime semiaberto -, ainda é preciso chamar a atenção para a fragilidade de alguns equipamentos que dão suporte às mulheres agredidas em Petrolina, como a […]
Movimentos sociais analisam condenação do agressor de Amanda como um avanço da Maria da Penha em Petrolina
por Carlos Britto // 06 de abril de 2013 às 12:09



Ah. Eu servi no 71 BI, junto com ele. Éramos corneteiros: Ele, 1 categoria, Eu de 2. Era muito divertido…