Em sete décadas de existência, ele deixou o interior de Petrolina, a 712 quilômetros do Recife, e se projetou como expoente da música popular brasileira. Propagou o sotaque nordestino em shows, rádios e telenovelas. Cantou a liberdade na era de chumbo da década de 1970 e foi detido pelos militares. Lançou 25 álbuns – somando produções solo e parcerias – durante os mais de 40 anos de carreira. Foi premiado com (quantos?) discos de ouro e platina, disputou o Grammy Latino, subiu ao palco ao lado dos filhos, também músicos, e compôs trilhas sonoras para histórias de amor e revolução. Dia branco e Canção da Despedida estão entre as composições que o músico considera obras primas, ambas fruto de […]
Geraldo Azevedo chega aos 70 anos focado em novos projetos
por Carlos Britto // 11 de janeiro de 2015 às 21:34



Já que ela estar em Petrolina abraçada novamente com Miguelito, deveriam pegar nas mãos e andarem dentro dos esgotos da…