Ronaldo Cancão corre para incluir na pauta da Casa Plínio Amorim projeto que regulariza voz e violão em bares

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cancãoA polêmica acerca da proibição de som ao vivo em bares de Petrolina pode finalmente ter um final feliz.

Um projeto de lei de autoria do vereador e líder da bancada oposicionista na Casa Plínio Amorim, Ronaldo Cancão (PSL), pretende regularizar os shows de voz e violão na cidade.

Em nota enviada à imprensa, a presidência da Casa, por meio de sua assessoria, informa que o projeto não foi colocado na pauta da sessão ordinária desta terça-feira (4) porque ainda está nas comissões e sem os pareceres finais.

Ao Blog, Cancão ressaltou, no entanto, estar correndo atrás das assinaturas dos demais colegas das comissões para que os mesmos deem seus pareceres finais e o projeto entre em pauta ainda na sessão de amanhã.

Segundo o líder oposicionista, o projeto prevê a flexibilização de alguns artigos da lei, alterando a quantidade de decibéis permitida em shows ao vivo em bares e restaurantes de Petrolina. A partir das 22h, aos finais de semana, o nível tolerável seria de 93 decibéis.

Mas Cancão deixa claro que o projeto contempla apenas os artistas que fazem performance com voz e violão nesses estabelecimentos. Nenhuma exceção a mais. O projeto tem grandes chances de ser aprovado pela Câmara Municipal, mesmo se não for votado na sessão desta terça.

8 COMENTÁRIOS

  1. ATÉ QUE ENFIM UM VEREADOR COM BOM SENSO.
    VOZ E VIOLÃO Q MAL TEM! AGORA CAIXAS DE SOM , VEÍCULOS E BARES SEM ESPAÇO OCUPANDO RUAS E CALÇADAS NÃO DEVEM SER PERMITIDOS, PRINCIPALMENTE COM ALTO ÍNDICE DE GRAVES, MÉDIOS E AGUDOS AI SIM FAZ MAL AOS OUVIDOS E A QUALIDADE DA BOA MUSICA.
    PARABÉNS AO VEREADOR.

  2. Pergunto a Cancão, perto de sua casa tem restaurantes e bares? Se não, mude-se para perto de algum e proponha aumentar o som, para ele poder sentir na pele o que nós sofremos. Falar é fácil, vivenciar este problema(como nós moradores) é estressante demais.Sugiro ao senhor Cancão que,faça uma pesquisa de opinião pública para saber o que a população do entorno desses estabelecimentos acham da idéia de aumentar decibéis . O povo precisa ser ouvido.

  3. Oportunista!!! …Ao invez de apoiar uma politica pro-infraestrutura… Nao o individuo prefere uma politica pro alegria pa Vagabundagem!!! Respeite seus cidadaos Sr Canção e Va ….. por nao pensar de forma coletiva e sustentavel!!

  4. Há uma semana o Bodódromo está sob água de esgoto (parece um piscinão de ramos). Quem está preocupado com isso? Quem gosta de carne de bode com esgoto? Quem gosta de carne de bode com som ao vivo e esgoto? Quando os carros passam dentro da água com esgoto fica um cheiro bem agradável, quem gosta?

    Solicitamos providências às autoridades competentes.

    Sou a favor do som ao vivo, dentro dos limites da Lei, e de um ambiente limpo e agradável.

    Luiz Domingos de Carvalho
    Vice-Presidente da Associação de Moradores do Bairro de Areia Branca – Petrolina-PE

  5. Minha gente o CANCÃO ta lendo, parabens cancão pois estou vendo que o TELE CURSO 2000 que voce fez no clube do palmeiras (atras da banca) fez efeito e voce não precisa mais daquela ajudinha para melar o dedão para assinar.

  6. É fato que Petrolina esta feia,abandonado,sem caracterização turística,sem som ao vivo,claro que todos tem que respeitar as leis de maneira correta,mais vamos penalizar quem faz errado,tantas pessoas que vivem da musica e depende delas hoje Petrolina tem mais de 60 Espaços com som ao vivo e que muitas Garçons,Cozinheiros e etc perderam seus empregos com a falta de movimento,passamos na avenida areia branca esta morta,alias sem nenhum cuidado o BODOBROMO é uma piada em organização que os donos só olha para o seu rabo e o turista que como com mau cheiro,com falta de estrutura e outras coisas, Vereador olhe para essa classe,mais tbm para Saúde,Segurança , Educação e Cultura da nossa região porque beber cachaça não é cultura.

  7. Carlos Britto, final feliz para quem? Acho que você se equivocou enormemente na sua notícia desta vez. Há muitas pessoas que sofrem com este problema gravíssimo. Pessoas não conseguem descansar dentro de seus próprios lares o que pode ocasionar em problemas de saúde. Por que você ou o Cancão não experimenta passar 4 dias (apenas 4 dias) sem dormir para ver o que acontece com suas atividades no dia a dia? Garanto que você Carlos Britto, não ia conseguir nem escrever suas notícias mais. Estou falando 4 dias, apenas como exemplo, pois tem bar em petrolina com som ao vivo 7 DIAS NA SEMANA.

    Para Cancão, um alerta. Será uma grande vergonha e atestado de incompetência aprovar o aumento do limite de Decibéis, pois os limites já estão traçados em Lei FEDERAL e já é entendimento de todos os tribunais que lei municipal não pode alterar para pior uma regulação já tratada em lei federal. Mudar para pior, diz respeito à proteção do meio ambiente saudável (isso inclui o problema do som), assim como a proteção à saúde das pessoas.

    E por último, os senhores sensacionalistas estão distorcendo as leis e confundindo as pessoas. Não se proibiu música ao vivo, o que se proibiu é a ofensa aos direitos das pessoas de terem sossego. Estão vergonhosamente querendo passar por cima das leis, apenas por comodismo, por não quererem gastar com reformas nos seus estabelecimentos, mostrando que ganhar dinheiro a custa da paz alheia tem mais vez nesta cidade do que o respeito às pessoas. Felizmente um JUIZ SÉRIO pôs fim a todo este abuso e esculhambação que reinava nesta cidade.

    • Petrolinense, concordo com você em quase tudo, pois a ESCULHAMBAÇÃO, ainda continua quando algumas pessoas acham que podem ligar o som do carro a todo volume independente do horário e quando se permite as casas de shows funcionarem perto de áreas residenciais. Por exemplo quem mora no Parque Massangano. Tenho pena dos moradores de lá, por que além do barulho ainda tem os vândalos que vão para as festas promovidas na casa de shows vizinha ao citado bairro. Portanto a esculhambação ainda reina nesta cidade, e quem precisa descansar ao final de um dia de trabalho ou estudar, parece que vai continuar sofrendo, porque os órgãos públicos ainda são omissos.

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