PT: reuniões e indefinições

por Carlos Britto // 20 de abril de 2009 às 12:30

O presidente do Partido dos Trabalhadores em Juazeiro, Antonio Marcos falou agora a pouco no programa Sem Fronteiras sobre o encontro que aconteceu no último sábado para discutir as ações do partido na região. O objetivo do encontro foi reunir as lideranças partidárias regional, os afiliados do partido que estão ocupando cargos nas esferas Municipal, Estadual e Federal.

“Nós entendemos que precisamos criar encontros sempre para avaliar a atuação do governo federal e estadual nessa região, está socializando as ações que estão melhorando a vida do nosso território e discuti as estratégias, até porque o governador Jaques Wagner tem um carinho especial por essa região”, disse Antonio.

Ao ser questionado sobre o documento com abaixo assinado endereçado ao presidente da legenda na Bahia, Jonas Paulo de Oliveira Neto, solicitando que o PT se desligasse da gestão do prefeito Isaac Carvalho, Paulo alegou que a resposta do presidente já foi dada. “A decisão foi madura, nós temos a compreensão que somos um partido que mais que discute líderes, nós discutimos idéia, quando o PT toma uma decisão e porque ouviu quem devia ouvir e toma a decisão coerente e politicamente correta”.

“Em novembro de 2008 o PT recebeu o convite para participar do governo, o PT tinha clareza da conjuntura municipal, mas o PT não faz política olhando apenas para conjuntura municipal e sim olhando para conjuntura estadual e nacional, o que está em processo na Bahia e no Brasil é um projeto quem vem dando certo e não pode parar. O PT dialogou com o PCdoB durante quatro meses e tomamos a decisão que deveríamos integrar a base de sustentação do governo municipal”, esclareceu o presidente .

Segundo Justiniano, que faz parte da direção do partido em Juazeiro o que tem que ser levado em consideração é a construção política do partido. “Nossa relação com PCdoB é umbilical, o que queremos é continuar marchando nas esferas municipal, estadual e federal”, alegou.

As especulações sobre a posição do vereador Leonardo Bandeira (PT) continuar ou não fazendo oposição ao governo e a do seu pai, o deputado Joseph Bandeira, do mesmo partido, ainda continuam sem respostas.

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