Professor da FACAPE rebate colega

por Carlos Britto // 24 de janeiro de 2009 às 10:16

Prezado amigo Carlos Britto, como aprendi a considerá-lo desde que estudamos na Escola Gercino Coelho. À época fazíamos alfabetização e o primário, e fomos educados pela querida professora Lêda, (moradora do Km 2), e a quem dedico grande parte da nossa integridade-cidadã. Somente esta formação família-professores pode explicar a nossa luta pela moralidade contra os atos praticados pela Diretora da FACAPE. Li com atenção o texto assinado pelo professor José Ailton em seu Blog. Ele, que fala em moralidade, não disse que possui quatro funções bem desenhadas na FACAPE; a primeira de Técnico Administrativo, a segunda de Professor e a Terceira de Coordenador Administrativo. Ora, basta dizer isso para todos verem que é inconstitucional alguém possuir três cargos remunerados em um mesmo ente público. É esta pessoa que diz que os aspectos administrativos estão bons na FACAPE? Não posso concordar com Ele, esse é apenas um dos tantos atos de ilegalidade e/ou i moralidade praticados ou permitidos pela Presidência. Nossos professores são, sem nenhuma dúvidas, os melhores desta cidade, mesmo assim temos problemas acadêmicos, é normal e buscamos enfrentá-los a cada dia, mas nada é comparado com à audácia da Presidente que até seus salários fez aumentar de forma ilegal. Depois reclama que vamos à imprensa denunciar seus desmandos. É obvio que temos que fazer isso, pois tentaram engolir o meu grito contra isso – e de tantos outros colegas que se insurgem contra os desmandos de Clemilda – na FACAPE – , e por uma minoria sorrateira, quando lá denunciei tais atos. Se fez necessário gritar no rádio pois os ofícios que enviei até para o então prefeito Odacy não surtiram o efeito. Felizmente nosso atual prefeito Júlio Lóssio agiu com extrema rapidez e revogou – disse revogou – o decreto da professora Clemilda que aumentava seus salários e tomava outras providências não menos inescrupulosas. Reafirmo que os pro blemas da FACAPE são de ordem administrativa, de gente que não sabe lidar com o dinheiro público e faz malversações, descaso e coisas do gênero. Ah! eu ia esquecendo da quarta e nobre função do professor Ailton: ele é escriba a soldo de Clemilda, pois, assina os textos que ela encomenda, e é incapaz de tomar tal iniciativa sem que isso lhe seja requerido pela professoraa. Mas, faça-me o favor Ailton: diga à sua chefe que eu não tenho tempo a perder com a claque dela. Eu a desafiei sim, mas para nós dois debatermos publicamente o assunto. Disse na rádio que espero a pessoa dela, para falarmos das imoralidades cometidas por ela. Até hoje estou esperando, e sentado, pois, desconfio que essa espera vai me dar uma canseira danada!!! Estou no aguardo até agora!!! Mas, para que o leitor entenda toda essa situação é preciso voltar um pouco nos acontecimentos. Assim como o professor Ailton, a professora Clemilda também recebe na FACAPE 3 (três) salários, e isso é inconcebível. Sempre cobramos dela, em todas as instâncias possíveis, sempre que ela afirmou que havia um parecer do Tribunal de Contas dizendo que ela poderia estar nesta situação. São dois anos de cobrança e o papel nunca apareceu, e ficou só no mundo do faz de conta. Quando tivemos alguma manifestação do Tribunal de Contas foi exatamente contrária ao que a professora Clemilda dizia. E tivemos que ver duas pessoas de reputações ilibadas deixarem seus cargos na FACAPE, porque estavam acumulando ilegalmente as funções de Diretor e Coordenador na FACAPE. A coisa piorou e a professora Clemilda, nas instâncias internas da FACAPE, sendo ela a Diretora Presidente, sempre agiu com a desfaçatez de dizer que a acumulação dos cargos dela é possível. Chegou a p rometer, em uma reunião do Conselho Universitário, após a minha insistência, que no dia seguinte apresentaria o tal parecer. O tal parecer desapareceu?Ou nunca existiu?. Daí eu resolvi fazer um concurso em outro órgão público. Era a forma de tirar esta coisa a limpo. Passei e estou lutando para que a sociedade entenda que neste momento eu quero justiça. Ponho a minha cabeça junto da cabeça da professora Clemilda e aguardo a guilhotina. Não quero ser herói, quero simplesmente justiça.

Professor da FACAPE rebate colega

  1. Carlos Andre disse:

    Bom dia,

    Amigo Ailton só me explique uma coisa que a fisica ainda não conseguio decifrar, um mesmo corpo ocupando dois espaços diferentes. |Como você pode passar a semana intereira em Salgueiro e ainda perceber salario na FACAPE, sem ao menos pisar por la.

  2. Marcelo disse:

    Prezado Carlos,
    Uma sugestão: deverias reunir todos estes textos publicados no blog acerca da FACAPE e encaminhá-los ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas e à Procuradoria do Município. Penso que uma forma de provocar essas instâncias jurídicas e administrativas a tirar a limpo o que se passa efetivamente na faculdade.
    Grande abraço,

  3. Eduardo Rangel disse:

    Já pensou que bom seria se a gilhotina parte a cabeça dos dois!! Farinha do mesmo saco.

  4. Deus é mais disse:

    Eu não entendo porque estas pessoas tão convictas dos crimes contra o erário público, ao invés de denunciar os criminosos diretamente à justiça ou ao Ministério Público, ficam neste blá blá publicitário de baixa eficiência. Nem resolve o problema e nem consegue se promover junto a ninguem. Eu!… Sei não…

  5. GF disse:

    é muito natural que os senhores, ditos amigos da FACAPE, demandem tempo e preocupação com os destinos daquela instituição, sabem porquê?
    Senhor Ailton – foi colocado na FACAPE pelo professor Delmon – Foi presidente da Comissão de licitação na administração Valdenor e junto com a professora Clemilda, assinou todos os pareceres das licitações e compras da FACAPE que depois ousaram dizer fradulentas.
    Na Gestão da advogada Clemilda, não se Menezes ou Barreto Alves, ela usa os dois sobrenomes, presidiu a comissão de licitação, cujo setor hoje denominado Pregoeiro, ficou nas mãos de sua pupila, isso após membro da Comissão do concurso da Fundação de saude do Municipio, permitir que Larissa, amiga da diretora e contratada da FACAPE como especialista em controladoria, ser contemplada com o primeiro lugar de pregoeira do Hospital de Traumas, e hoje atuam nas duas instituições.
    Jorge Mourão, ex-socio do colegio Geo de Juazeiro, saiu por desentimentos com os outros socios, hoje é o braço direito da diretora da FACAPE, engenheiro de obras feitaS, DECLAROU EM REUNIÃO COM ALUNOS E CONVIDADOS PARA TRABALHAREM COMO FISCAL DO VESTIBULAR DA FACAPE, EM PLENO AUDITORIO E NA PRESENÇA DE SUA DIRETORA E SEUS “AMIGOS”, QUE O ULTIMO VESTIBULAR FOI O UNICO HONESTO DA FACULDADE, OU SEJA, OS OUTROS ERAM FRAUDADOS. Imaginem que o sr. Ailton, seu companheiro na comissão do vestibular, é o mesmo que trabalhou em todos os outros vestibulares da FACAPE. ( mui amigo este), todos riram e aplaudiram a coragem do professor(covardia, baixeza e vilania).
    Ha! falta, a diretora Clemilda, concursada da FACAPe em 1996?, como professora de direito Comercial, para substituir o ilustre professor Luciano Barbosa, de quem foi pupila e companheira de escritório, e de cuja memoria não soube bem representar quando da hipotetica inauguração da nova biblioteca da FACAPE que leva o nome daquele douto professor, em cuja cerimonia, sequer citou o nome do seu antigo mestre. durante a ditadura do professor Valdenor Ramos, nunca apresentou-se para cumprir com o seu horário em sala de aulas, (oito anos), mas recebeu o seu salario mensalmente. Ou seja recebia salarios sem a devida contrapresetação de serviço. Sua ausencia nos oito anos seguidos mereceria demissão sumária por abandono de emprego.
    Indicada presidente da Autarquia Educacional, por empenho e esforço do engenheiro Valdenor Ramos, quando eleita para unificar os dois cargos, presidente da Autarquia e Diretora da FACAPE, com o esforço digo e empenho do engenheiro Valdenor e Agnaldo Batista e seu cortejo de amigos, a p´rimeira medida foi não assumir os compromisso do ex-diretor e jurou em todos os corredores que apagaria o nome do ex-diretor da historia da Faculdade.

    Minha opinião, é devemos afastar todos os atuais dirigentes da FACAPE, apurar todas as denuncias, e convocar eleições gerais, para todos os carogs, reformar o Estatuto e retornar a autarquia ao comando da prefeitura e a FACAPe seguir o seu proprio destino.

    Os salarios:

    professor –
    Auxiliar 100 horas = 1400,00- brutos
    200 2800,00- brutos

    Titular 100 horas = 1900,00 – brutos
    200 3800,00 brutos

    Diretrora da FACAPE – 400 horas aulas – 7600,00
    Professor 100 horas 1900,00
    Procuradora da Prefeitura 3800,00?

    Maria Ednalva – chefe da pessoal 2600,00
    Gratificação de coordenação de pessoal 2379,00

    José Ailton Siqueira – servidor de nivel medio – 1600,00
    professor de Informatica 1400,00
    coordenador Administrativo 2379,00

    Não enumerarei o restante, este é apenas um retrato 3×4 da situação de anomalia reinante naquela instituição.

  6. TÔ DE OLHO disse:

    Eita!!! GF tá espumando de raiva porque não conseguiu nenhuma gratificação com atual Direção da FACAPE, nem de um lado, nem do outro. Babou…babou…babou… mas nada conseguiu. EXPLODA!!!

  7. TÔ DE OLHO disse:

    Será que GF ainda quer afastar todos dirigentes da FACAPE? tenho certeza que não, de tanto babar, parece que conseguiu a tão sonhada gratificação. Quanto será que tá ganhando? será que vai dizer? Quais são as denúncias mesmo GF? QUEREMOS SABER.
    Tô de olho

  8. A disputa pelo PODER disse:

    Sabe o que eu acho mais engraçado nisso tudo: A falta de respeito para com o servidor da FACAPEANO. Nós estamos vivendo momentos de tensão constantemente e não vemos nenhuma solução; nem mesmo o Prefeito tomou posicionamento sobre as questões discutidas. O problema é que, diante de tantas intrigas, somos obrigados a acatar um dos lados, caso contrário somos condenados pelos colegas. Hoje as pessoas não se falam mais. A disputa por dinheiro e poder está afetando, inclusive, no andamento dos processos da Faculdade. Um quer sempre colocar a culpa no outro e os processo não andam. Infelizmente, adultos, graduados, formadores de opinião, estão se comportando como crianças. Adultos Infantis!

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