Presidente do PCdoB de Pernambuco repudia atitude de jornalistas contra Manuela D’Ávila em programa televisivo

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Foto/reprodução

O presidente do PCdoB de Pernambuco, Marcelino Granja, lamentou a postura dos jornalistas que entrevistaram a pré-candidata do partido à presidência da República, Manuela D’Ávila, na última segunda-feira (25) no Programa ‘Roda Viva’, da TV Cultura. Manuela chegou a ser interrompida 62 vezes durante a entrevista.

Marcelino considerou “atitudes machistas, misóginas, antidemocráticas e anticomunistas” por parte da bancada dos profissionais. Na mesma linha também afirmaram o pré-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) e a ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Confiram na íntegra uma nota enviada por Marcelino à imprensa, lamentando o fato:

“Manuela D’Ávila se afirma como lutadora pela liberdade do Brasil e do povo brasileiro”.

O Partido Comunista do Brasil em Pernambuco manifesta seu repúdio às atitudes machistas, misóginas, antidemocráticas e anticomunistas contra a pré-candidata Manuela D’ávila, durante e em seguida à sua participação no programa Roda Viva, da TV Cultura. Nas redes sociais, ofensas e graves ameaças contra Manuela D’Ávila foram irresponsavelmente propagadas.

O próprio programa Roda Viva foi estruturado para estimular toda espécie de preconceitos e ódio contra a pré-candidata entrevistada, escalando inquisidores travestidos de “entrevistadores”, mostrando um espetáculo grotesco de reacionarismo e mau jornalismo. Interrupções constantes da fala, perguntas sem nexo com o objetivo da entrevista, desconhecimento sobre a história nacional, grosserias e provocações, culminando com a presença de um coordenador de campanha do candidato fascista, deram a tônica do programa.

Manuela superou tudo e todos, mostrou competência e maturidade, esclareceu os telespectadores sobre nossa posição política com brilhantismo.

O PCdoB se somará às instituições que, assim como o nosso Partido, também têm o compromisso com a democracia, para garantir que o respeito a dignidade humana prevaleça e que as manifestações de machismo, ódio e misoginia sejam punidas.

O exemplo do tratamento dado a Manuela D’Ávila por uma rede de televisão, que tem concessão do Estado para prestar um serviço público relevante ao nosso povo e as manifestações reacionárias que se seguiram ao debate, desafiam as forças democráticas e progressistas a se unirem pelo restabelecimento do estado democrático de direito, pela retomada do desenvolvimento nacional com soberania e pelo progresso social, cujo marco será uma quinta vitória consecutiva dessas forças nas eleições presidenciais de outubro próximo.

Recife, 27 de Junho de 2018.

Marcelino Granja/Presidente Estadual do PCdoB

4 COMENTÁRIOS

  1. Liberdade? Com idéias comunistas? Kkkkkkkkkk é piada só pode! No comunismo só os amiguinhos do rei são livres, o resto é escravo do regime e seus asseclas. No capitalismo você é livre para passar fome na rua se quiser, no comunismo é obrigatório. Mas tenho que admitir que essa Manuela é um piteuzão da porra, pena que a mente é fechada…

  2. Vitimização! Como sempre essa cambada esquerdista fazendo o que faz de melhor! Querem impor seu pensamento sem que ninguém os contraditem; e, como não tem argumentos coerentes, vitimizam-se, acusando todos aqueles que discordam de sua pauta esquizofrênica de machista, homofobico, racista, etc.

    • Uma idiotice sem tamanho, na natureza animais e plantas são diferentes, por quê querem que os humanos sejam iguais? Querer que todas as pessoas sejam iguais é que é desumano, e onde essa lógica foi aplicada resultou em sofrimento para milhões de pessoas.

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