Petrolinenses reclamam de preços de alimentos

por Carlos Britto // 17 de julho de 2012 às 10:48

Pode até ser que a redução a zero no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis novos tenha ajudado a desacelerar a inflação no país. Mas os preços em relação aos alimentos ainda continuam uma ameaça.

Num hipermercado de Petrolina, por exemplo, a reportagem do Blog constatou reclamações de clientes na hora de pagar a feira. Poucos itens que não condiziam com o valor final.

Isso tem sido comum até nas feiras livres, como a da Areia Branca, onde o preço do feijão, por exemplo, continua inibindo muito consumidor. E é muito provável que, infelizmente, esse quadro ainda perdure por um tempo.

Petrolinenses reclamam de preços de alimentos

  1. guerreira disse:

    Boa tarde, aqui em Recife também não deixa á desejar os preços estão mais caros do os de Petrolina,aqui mesmo no Bompreço Arruda, está para tirar do sério muito mais caro e a farmácia, fui atrás de um Omêga 3 da marcaSelachii,compro na Paque Menos por 24,00,aqui a moça me cobrou $38,00 falei o preço da Pague Menos confirmou e baixou e quantos compraram nesse valor de $38,00 o ficou por $24,00 abraço Dalva

  2. nina disse:

    O custo de vida aq é maior do que em qualquer capital. A exploração é grande!!!!

  3. Simone Almeida disse:

    Petrolina é conhecida nacionalmente, como a cidade do custo de vida mais alto do estado!

  4. Mauricio Dantas disse:

    Não adianta comprar fogão e geladeira barata com redução de IPI se não vai ter dinheiro para comprar o alimento que será cozido ou guardado na geladeira!

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