Pastores evangélicos de Petrolina querem que Paulo Câmara reveja decisão de incluir igrejas em serviços não essenciais

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Paulo Câmara. (Foto: SEI-PE/Divulgação)

A União de Pastores Evangélicos de Petrolina e Região (Upepe) emitiu uma nota de repúdio ao governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que incluiu no decreto estadual as igrejas como serviços não essenciais. Dessa forma, esses espaços terão de se manter fechados como forma de evitar a disseminação do novo coronavírus (Covid-19).

A entidade, no entanto, pede a Paulo Câmara para rever sua decisão, uma vez que as igrejas evangélicas prestam “incontáveis trabalhos” em prol da sociedade pernambucana. Confiram abaixo a nota, na íntegra:

10 COMENTÁRIOS

  1. Mesmo para quem não acredita em Deus e/ou religião, é incontestável o trabalho social prestado pelas igrejas. Existem pessoas fragilizadas econômica e psicologicamente que são amparadas por diversos colaboradores religiosos, que nesse tempo de pandemia, a igreja não se manifesta apenas como um templo, mas, também, como uma sede de generosidade, onde recebe e distribui não só o amor, mas diversos tipos de doações, tais como alimentos e EPIs aos mais necessitados. Essa decisão do governo é esdrúxula!!!

  2. Os fieis que forem contaminados podem comprar um feijão ao Waldomiro para a cura.
    Irresponsáveis.
    A maioria, pastores caça níveis, preocupados com o “faturamento”.

  3. Esses pastores devem está sentindo falta dos envelopes diários dos fiéis, só pode ser!!!
    Ou querem vender milagres da cura?
    Deixem de serem irresponsáveis, pondo em risco os fiéis.

  4. Igreja aberta não é essencial. Quem quiser buscar Deus, busque em casa, ou podem fazer um culto online, uma live, qualquer coisa que não aglomere pessoas. Deus não está em todos os lugares?
    Ou o problema é que os fiéis não estão sustentando mais os pastores, pq se a intenção é pregar a palavra, e a salvação, dá para fazer isto muito bem com a tecnologia da internet.

  5. O pais passando por um momento crítico de pandemia e alguns bandidos da ¨fé¨ só pensam em tomar o dinheiro dos fiéis, que não estão tendo nem pra se alimentarem. Não estão nem um pouco preocupados com a transmissão do vírus.

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