Obras de duplicação da Avenida Sete de Setembro voltam a dar o que falar na Casa Plínio Amorim

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Iniciadas em janeiro deste ano, as obras de duplicação da Avenida Sete de Setembro, em Petrolina, voltaram a ser o centro das discussões durante sessão plenária de ontem (27) na Casa Plínio Amorim. A polêmica começou a partir de um requerimento (014/18) do vereador da bancada de oposição, Gilmar Santos (PT), que solicitou da prefeitura e do DNIT uma série de detalhes acerca da obra, como plano de trabalho e cópias dos contratos firmados com as empresas responsáveis pelas obras.

Com cerca de 20 dias paralisada, a duplicação tem recebido reclamações de quem trafega pelo local. O DNIT já tinha informado que a paralisação aconteceu por conta das últimas chuvas ocorridas na cidade. Mas a justificativa não convenceu outro integrante da oposição, vereador Gabriel Menezes (PSL), o qual viu contradições entre o órgão e o prefeito Miguel Coelho (PSB).

Segundo Gabriel, o gestor havia dito, na recente inauguração do Clube do Bairro do Gercino Coelho, que a obra parou para que fossem feitas “algumas readequações”. No entanto, o oposicionista questionou seu colega de Casa Plínio Amorim, Zenildo do Alto do Cocar (PSB), o qual havia informado que o ministro Fernando Filho (Minas e Energia) tinha conseguido a liberação de recursos para dar continuidade a obra.

Outro ponto polêmico foi o fato de a administração municipal ter colocado outra placa indicativa no canteiro de obras da duplicação, constando um valor de R$ 120 mil a mais em relação à primeira placa, colocada pelo DNIT, em relação ao valor total da duplicação, que está orçada em R$ 6.980.172,39.

Placas

Quem saiu em defesa da prefeitura foi o vereador Ronaldo Cancão (PTB). Primeiro, disse que “há vereadores na Casa tentando manchar a imagem do prefeito Miguel Coelho”. Em seguida, Cancão desautorizou seu colega de bancada, Zenildo, a falar em nome do ministro Fernando Filho. Por fim, o governista ressaltou que é, de fato, o DNIT, que tem de responder pelas obras da duplicação, e não o município. Sobre os valores distintos das placas, Cancão disse que provavelmente seja por conta de uma contrapartida da prefeitura.

1 COMENTÁRIO

  1. É muita bagunça a começar do ministério de transporte que atendeu um pleito dos Coelhos em período pré eleitoral para que os mesmo saiam bem na fita na eleições, agora vem alegar paralisação por conta das chuvas é brincadeira viu… já sei que se forem construir em locais onde realmente chove, vão décadas pra construir estradas. Isso tem nome e sobrenome, chama-se DESORGANIZAÇÃO, IRRESPONSABILIDADE.

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