Obras da Orla III rendem farpas entre governistas e oposicionistas na Câmara Municipal

por Carlos Britto // 12 de abril de 2024 às 08:20

Foto: Nilzete Brito/Ascom CMP arquivo

A autorização do prefeito de Petrolina, Simão Durando, para o início das obras da Orla III, rendeu ontem (11) rendeu mais um embate entre governistas e oposicionistas na Câmara de Vereadores. Dizendo-se surpreendida com o anúncio, Samara da Visão (PSD) foi uma das que criticaram a postura da gestão.

Ela disse não ser contra a obra, mas é preciso a prefeitura “elencar prioridades”, referindo-se à situação dos moradores da periferia da cidade, que vivem uma rotina difícil por não terem itens básicos como saúde e infraestrutura.

Integrante da base do governo, Manoel da Acosap (UB) rebateu a colega de Legislativo. Ele disse reconhecer equívocos das gestões em que apoia, mas a oposição precisa admitir também os erros dos seus aliados, a exemplo do ex-prefeito Julio Lossio na saúde pública, com o fechamento de vários postos. Sobre infraestrutura, Manoel lembrou a Samara outro detalhe. “A vereadora votou contra o plano diretor e agora está cobrando que a prefeitura tape os buracos da área irrigada”.

Obras da Orla III rendem farpas entre governistas e oposicionistas na Câmara Municipal

  1. Sempre Atento disse:

    Certíssima, manda ele andar no bairro Vila Eduardo ,Maria Auxiliadora, Alto Cheiroso, tem ruas lá que o calçamento são piores do que estradas de chão batido,e olhe que parece que eles tem algum político que moram em algumas ruas passaram asfaltos e as outras ficaram jogadas ao lixo, vamos andar prefeito,quem vota em vcs são as pessoas dos bairros,com diz quem vive de fachadas são prédios e políticos, o povo vive de realidade.

  2. Defensor da liberdade disse:

    Engraçado é que o galeguinho abriu vários postos de saúde que vivem sem médicos e sem remédios, uma maternidade que tem mais mosca que gente sendo atendida. O modelo de AMEs funcionou muito bem, o modelo atual é que é um fracasso. Do que adianta um posto minúsculo em cada bairro se não tem médico e remédio para atender a demanda?

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