Novo decreto de Miguel Coelho flexibiliza funcionamento de feiras livres em Petrolina, mas quarentena prossegue na cidade

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Foto: Alexandre Justino/PMP divulgação

Após reunião com o Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (Covid-19), o prefeito Miguel Coelho assinou, nesta segunda-feira (30), um novo decreto para estender por 15 dias as medidas de isolamento social em Petrolina. Dessa forma, diversos serviços públicos e atividades econômicas seguem suspensas na cidade como forma de evitar a propagação da doença. O documento, no entanto, traz uma alteração para reforçar o abastecimento no município: a liberação do funcionamento, a partir de quarta (1°/04), de feiras livres com restrições e fiscalização redobrada.

A medida preventiva mantém o fechamento de escolas, faculdades, teatros, centros esportivos, academias, shopping, orla, parque entre outros. O comércio também seguirá sem funcionar, em respeito ao decreto do governo do Estado, que suspende há uma semana as atividades nas lojas. Farmácias, clínicas médicas, veterinárias, casas de ração animal, lojas de defensivos agrícolas, oficinas mecânicas, postos de combustível,  supermercados, mercadinhos, padarias e serviços essenciais como saúde e limpeza continuam mantidos.

Após análise do comitê e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, ficou decidida a retomada do serviço das feiras para reforçar o abastecimento alimentar. Mas cada feira terá um dia específico para funcionamento, serão fiscalizadas para manter a higienização das bancas e limite da capacidade público de uma pessoa por 2 metros quadrados.

Miguel Coelho lembra que a manutenção do isolamento social por mais 15 dias segue orientação do Ministério da Saúde e dos decretos do governo do Estado. Neste final de semana, inclusive, as recomendações foram reforçadas pelo Ministério Público, que emitiu comunicado orientando os prefeitos pernambucanos a manterem as medidas preventivas.

Desde o começo, nossa postura tem sido de prevenção e diálogo com especialistas em saúde, governos estadual, federal, municípios vizinhos e demais segmentos da sociedade para enfrentar esse desafio. Sei que é uma situação difícil, mas o isolamento social tem sido a forma mais recomendada para evitar um surto maior e um colapso na saúde. Seguiremos monitorando todos os dias e conversando com todos de forma transparente e responsável. Isso não é algo definitivo, mas um momento de sacrifício maior por um bem comum“, explicou.

12 COMENTÁRIOS

  1. Vou dizer uma coisa,se as pessoas permanecerem maís uma semana dentro de casa vão ficar doidas ou doentes,eu mesmo peguei minha magrela e fui da uma volta, já estava sentindo a falta do vento o cheiro das plantas o cheiro das mulheres quando passam por mim e outras coisas fiquei quase novo.

  2. Queria saber quem vai pagar minhas contas?

    Os politicos tem seus salarios garantidos, já boa parte da população pena para conseguir sobreviver.

    Até agora não vi ninguem falar em cortar privilégios.

  3. Não sei pra que isso se os ônibus continua lotados, vc teria q aumentar os ônibus não diminuir já q tem pessoas q ainda trabalha. Vc devia andar de ônibus pra ver Sr. Miguel Coelho. O que vc devia fechar era os aeroportos e rodoviárias q de onde vêm as doenças, más como rola dinheiro né?? Povo humilde é q se ferre..

    • Luciamara, vamos imaginar vc ter um filho, uma mãe ou um pai, que por algum motivo esteja noutra região e queira volta pra casa, mas os aeroportos e rodoviárias se fecham, e essa pessoa fica lá, sozinha e desamparada, no centro do furacão. Pense, também por esse lado!!!!!!!

  4. O principal meio de entrada das doenças são: O aeroporto de Petrolina e rodoviárias, vc já pensou quantas pessoas nessas barquinhas estão sendo infequitadas. Fica a dica

  5. Luciamara, vamos imaginar vc ter um filho, uma mãe ou um pai, que por algum motivo esteja noutra região e queira volta pra casa, mas os aeroportos e rodoviárias se fecham, e essa pessoa fica lá, sozinha e desamparada, no centro do furacão. Pense, também por esse lado!!!!!!!

  6. Uma “epidemia” de 02 – DOIS casos não justifica medidas tão restritivas como as que estão sendo implementadas no nosso município. Pesquisem e verão que até o diretor geral da OMS relativizou o confinamento total. Os dois casos reportados na nossa cidade representam apenas 0,0005% da população, detalhe: não são casos de transmissão voluntária.

    A hipocrisia e demagogia é uma constante nos pronunciamentos dos nossos governantes. Nenhum político se preocupa de fato com a saúde de ninguém, a não ser a dele próprio e de seus familiares. Se de fato se preocupassem, o Sistema Público de saúde, nas esferas municipal, estadual e federal seriam exemplos de eficiência e conforto para os pacientes, mas sabemos muito bem que a realidade é outra.

    Devemos tomar medidas sim no combate ao vírus, o comércio poderia ser reaberto com algumas restrições, as mesmas impostas aos supermercados. As obras civis poderiam ser retomadas com os mesmos cuidados e por aí vai. Aquelas atividades que pudessem ser adiadas, como aulas nas escolas e universidades, que sejam, entretanto colapsar a economia, fechando quase tudo, parece ser um preço muito alto a ser pago em uma realidade que não se justifica estatisticamente, do contrário a única epidemia que sofreremos será a do desemprego, da fome e da violência.

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