Nova sede do CREAS de Petrolina é inaugurada e secretária diz que antigo espaço funcionava de forma irregular

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Inaugurada na manhã de hoje (10), pelo prefeito Miguel Coelho e pela secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Kátia Carvalho, a nova sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Petrolina promete tratamento mais adequado a pessoas em situação de vulnerabilidade como crianças, mulheres e idosos vítimas de violência. O novo Creas passou a funcionar na Rua Riachuelo, n° 30, Bairro Palhinhas, área central da cidade, com atendimento de 15 funcionários e capacidade para receber cerca de 100 famílias por mês.

No espaço recém-inaugurado, será oferecida pela equipe da Prefeitura de Petrolina orientação psicológica, suporte jurídico e acompanhamento social para vítimas e familiares de alguma violação de direitos.  A secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Kátia Carvalho, ainda lembrou que o modelo antigo de funcionamento do Creas desrespeitava as normas do Sistema Único de Assistência Social (Suas). “Esse é um organismo essencial para garantir proteção social à população que sofreu violação nos seus direitos. Antes, o Creas funcionava de forma errada e desrespeitando o que determina o Suas, que exige sede própria para este trabalho. Com esse novo prédio exclusivo, poderemos assegurar um fluxo melhor no atendimento de todas as demandas e um serviço mais humanizado“, explicou a secretária.

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) se constitui como uma unidade para oferta e prestação de serviços de média complexidade de forma articulada fortalecendo os vínculos familiares assim como a proteção efetiva da família. No local também são oferecidos serviços de acompanhamento a adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, de Liberdade Assistida e Prestação de Serviços à Comunidade. O Creas ainda tem como público-alvo pessoas vítimas de violência sexual; vivência de trabalho infantil; discriminação em decorrência de orientação sexual; descumprimento de condicionalidade do programa Bolsa Família, entre outros.

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