No Dia Internacional da Luta contra o Câncer Infantil, Hospital Dom Malan/Imip reforça informações sobre a doença  

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Imagem: Ascom/Imip

O Hospital Dom Malan/Imip decidiu reforçar a conscientização sobre o câncer infantil nesta segunda-feira (15), que é a data é marcada no calendário da saúde pelo grito mundial para a conscientização da doença, que neste ano de 2021, completa a sua 20ª edição.

A data, instituída pela Childhood Cancer International (CCI), tem como objetivo educar o público em geral e profissionais de saúde sobre o câncer infantojuvenil, favorecendo o acesso desta população aos melhores tratamentos e medicamentos, em qualquer lugar do mundo, além de expressar apoio às crianças e adolescentes com câncer, aos sobreviventes e suas famílias.

A doença
O câncer acontece quando algumas células do corpo sofrem alterações genéticas (tornando-se diferentes das células normais) e começam a crescer descontroladamente e a se espalhar pelo organismo. Os tipos mais comuns de câncer infantil são leucemias (câncer da medula óssea), linfomas (câncer do sistema linfático) e os tumores de sistema nervoso central.

Estatísticas
A cada três minutos uma criança morre de câncer. A cada ano, mais de 400.000 crianças com idades entre 0 e 19 anos são diagnosticadas com câncer em todo o mundo. No Brasil, são esperados 4.310 casos novos no sexo masculino e de 4.150 para o sexo feminino, para cada ano do triênio 2020-2022, tornando o câncer infantojuvenil líder no ranking de causas de mortes, por doença, em crianças e adolescentes, entre 0 a 19 anos.

Diagnóstico precoce
Diferente dos cânceres dos adultos, as causas da maioria dos cânceres infantis ainda são desconhecidas. Mas, graças aos progressos significativos das pesquisas clínicas e tratamentos, hoje em torno de 80% das crianças e adolescentes podem ser curados. No entanto, para que isto aconteça os pacientes precisam ser diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados.

O diagnóstico precoce acontece quando os sinais e sintomas dessas neoplasias são detectados na sua fase inicial, permitindo a redução das complicações agudas e tardias do tratamento. Isso reforça a necessidade das famílias e profissionais de saúde conhecerem os principais sintomas que podem acontecer no início da doença para que possam buscar/encaminhar ao atendimento especializado.

Sinais e sintomas:
– Palidez, hematomas ou sangramento;
– Caroços ou inchaços, especialmente se forem indolores, sem febre ou outros sinais de infecção;
– Perda de peso inexplicada ou febre, tosse persistente ou falta de ar;
– Alterações nos olhos, como: pupila branca, estrabismo de início recente, perda visual, hematomas ou inchaço ao redor dos olhos;
– Inchaço abdominal;
– Dores de cabeça, especialmente se for incomum, persistente ou grave, vômitos (em especial pela manhã ou com piora ao longo dos dias);
– Dor em membros como braços ou pernas, ou dor óssea, inchaço sem trauma ou sinais de infecção;
– Cansaço excessivo.

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