Movimento ‘Somos Todos Beatriz’ fará mais uma manifestação nos 4 anos do crime que chocou Vale do São Francisco

2

Prestes a completar quatro anos nesta terça-feira (10), o assassinato da menina Beatriz Angélica Mota será mais uma vez lembrado pelos amigos e familiares da estudante.

Amanhã, a partir das 17h, o Movimento ‘Somos Todos Beatriz’ fará mais uma manifestação em frente ao Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, onde ela estudava.

Beatriz foi brutalmente morta com 42 facadas, durante uma solenidade de formatura na tradicional instituição de ensino. À época o pai de Beatriz, Sandro Romilton, fazia parte do quadro de professores do Auxiliadora. O corpo da menina foi encontrado atrás de um armário, dentro de uma sala de material esportivo desativada após um incêndio provocado por ex-alunos do colégio.

Essa sala fica próximo à quadra de esportes, onde acontecia a solenidade de formatura das turmas do terceiro ano da escola, na noite do crime, em 10 de dezembro de 2015. A irmã da menina era uma das formandas.

Depois de quatro delegados, o caso segue sob sigilo de justiça, mas a família de Beatriz critica a Polícia Civil (PC), a ponto de pedir a federalização do caso. O fato mais recente que causou a revolta dos pais da menina, Sandro Romilton e Lucinha Mota, foi a revogação da prisão, pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), do ex-funcionário terceirizado do Colégio Maria Auxiliadora, Alinsson Henrique Carvalho. Ele foi acusado de ter apagado as imagens na noite, mas o Judiciário considerou não haver provas suficientes contra ele.

Disque-Denúncia

Quem tiver informações relevantes sobre o caso, pode acionar a Ouvidoria da Secretaria de Defesa Social (SDS) de Pernambuco pelo 181; WhatsApp, (87) 9 9911-8104; e Disque-Denúncia, (81) 3421-9595/3719-4545. Além disso, há um grupo de trabalho do MPPE, também por meio do WhatsApp: (81) 9 8878-5733. O sigilo absoluto é garantido.

2 COMENTÁRIOS

  1. Uma teoria:

    O assassino de Beatriz pode ter sido morto ainda dentro da escola. Isso explica por que não há imagens dele deixando o local. Há abundância de imagens do suspeito em momentos que antecedem o crime, após, porém, não há.
    o assassino não foi flagrado saindo local por nenhuma câmera, nem por nenhuma pessoa, do contrário teria chamado a atenção as manchas de sangue em suas roupas

    Uma suposta reforma repentina de uma sala foi noticiada. O corpo do assassino estaria oculto nesse ambiente?

    Os funcionários que entraram em contradição e ficaram muito nervosos, depois foram demitidos pela escola, teriam sido eles os justiceiros? Ora, a autoria do assassinato é óbvia, não sendo os funcionários os autores, o que mais eles estariam escondendo se não a morte do assassino de Beatriz? A faca encontrada no corpo da criança pode ser indicativo, entre outras coisas, de que o assassino foi interrompido.

    Suas demissões se justificaram se suas atitudes viessem a comprometer a escola. Seria o caso se eles tivessem feito justiça com as próprias mãos e tentando se livrar dos corpos. Isso mesmo, dos corpos, pois também é sabido que o corpo de Beatriz foi movido. A ausência de sangue no local onde corpo foi encontrado denuncia que ela foi morta em outro local.

    Em tese, o assassino de Beatriz foi morto, seu corpo ocultado, a escola se envolveu para evitar o escândalo, se comprometeu e agora tem que manter silêncio. A polícia talvez já saiba de tudo, mas não goza da confiança da família de Beatriz para falar a verdade, pois com certeza eles só acreditariam que isso aconteceu se o corpo do assassino surgisse, o corpo porém, não existe mais. A família de Beatriz iria achar que esta história foi criada para favorecer alguém. Assim a polícia procastina o processo com o intuito de não prender os pais de família que teriam matado o assassino de Beatriz. Infelizmente, esse assassinato não terá mais solução, a menos que alguém confesse o que de fato aconteceu ali.

  2. Teoria da conspiração, se por acaso o assassino foi escondido em algum local da escola e dado fuga depois, talvez em algum porta malas de carro com acesso à escola, quando o movimento já estivesse mais tranquilo. A tese de queima de arquivo do assassino é válida. A quebra de sigilo telefônico das pessoas no local também poderia ajudar a elucidar o caso, principalmente por ser ter o possível horário do crime. É ter fé em Deus e pedir para que esse crime seja solucionado.

DEIXE UMA RESPOSTA

Comentar
Seu nome