Moradores questionam demolição de calçada e retirada de piso tátil na Monsenhor Ângelo

por Carlos Britto // 20 de janeiro de 2026 às 16:00

Foto: Whatsapp/ divulgação

Moradores do Bairro São José, em Petrolina, estão questionando intervenções realizadas em calçadas próximas a uma loja recém-inaugurada do Boticário, próximo a um posto de combustíveis. Segundo um comunitário, estruturas destinadas à circulação de pedestres, incluindo piso tátil, estão sendo demolidas, o que tem gerado preocupação quanto à acessibilidade e ao uso adequado do espaço público.

Ainda segudo ele, a calçada em frente ao posto de gasolina já havia sido demolida e, agora, as intervenções avançam sobre a calçada da rua, onde havia piso tátil instalado para auxiliar a locomoção de pessoas com deficiência visual. O local havia passado por melhorias urbanas realizadas em gestões anteriores. “Acabaram com a calçada de pedestres em frente ao posto e agora estão destruindo outra, com piso tátil e tudo. A gente se pergunta: cadê a acessibilidade do cidadão?”, questionou.

O morador ainda destacou que as obras parecem desconsiderar estruturas públicas já existentes e levantam dúvidas sobre autorização, fiscalização e cumprimento das normas de acessibilidade urbana. “É um dinheiro público que já foi investido, uma melhoria que beneficiava todo mundo, principalmente quem depende do piso tátil para se orientar”, acrescentou.

A população cobra esclarecimentos dos responsáveis pela obra e dos órgãos competentes sobre a legalidade das intervenções e as medidas que serão adotadas para garantir a recomposição das calçadas e o respeito às normas de acessibilidade. A redação encaminhou a demanda para a Prefeitura de Petrolina e aguarda esclarecimentos sobre a situação.

Moradores questionam demolição de calçada e retirada de piso tátil na Monsenhor Ângelo

  1. Petrus disse:

    Infelizmente o atual prefeito não tem compromisso com a coisa pública, com o bem-estar das pessoas. Certamente passou a morar nos bairros ou portais de milionários da orla, locais onde a burguesia mora, cuja estrutura não permite incômodo, diferentemente dos demais moradores da cidade, que têm suas calçadas invadidas, suas praças tomadas por bares, tudo isso ocorrendo por conta de tráfico de influência, coisa que o povão não tem, pois só tem utilidade no dia das eleições. Enquanto isso, a cidade vai ficando horrível: Avenida Caminho do Sol, praça tomada por um bar, que realiza música ao vivo, sem barreiras de som, incomodando a vizinhança; praça da rua Tomé Cavalcante, liberação de barra e garantia de que o referido barraco será construído juntamente com a praça já em construção. José e Maria, a mesma coisa. Bairro Maria Auxiliadora, praticamente a avenida toda tomada por bares e barracos, Avenida São Francisco e Paraiba, a mesma seboseira. O que importa é o voto dos donos de bares e dos cachaceiros. A ordem, a estética, o dever de polícia das autoridade foram ao lixo. Que vergonha! que Caos! Que ausência de autoridades na cidade!

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