Levantamento em Petrolina aponta para baixo risco de infestação do Aedes aegypti; Secretaria da Saúde alerta para prevenção

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Foto: Divulgação

Foi divulgado nesta terça-feira (26) o resultado do último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2019 em Petrolina. Segundo a prefeitura, foram vistoriados estabelecimentos residenciais e comerciais em diversos bairros do município, com o índice geral tendo ficado em 0,7%, ou seja, em situação de baixo risco de acordo com o Ministério da Saúde.  O resultado deixa a cidade em uma situação considerada “satisfatória”.

Os bairros com maior infestação foram Dom Avelar, Loteamento Dom Avelar, São Jorge, São Joaquim e Terras do Sul, com índice de 2,5%. Em segundo lugar, com 1,8%, aparecem as comunidades de São Gonçalo, Jardim Petrópolis, Cohab VI e Vila Chocolate.

No início do ano, num primeiro levantamento, o índice de infestação do município foi de 1,4%. Esse número aumentou no terceiro levantamento, realizado antes do fim do primeiro semestre, chegando a 2,1%, o que colocou a cidade em situação de médio risco para surto.

Também de acordo com a prefeitura, até agora a Secretaria da Saúde notificou 2.623 casos de dengue, sendo 1.144 destes confirmados. Além disso, realizou 227 notificações e 7 confirmações de zika, somados a 298 casos notificados e 161 confirmados da chikungunya.

 

Vistorias

Diariamente, os agentes de combate às endemias realizam visitas nas comunidades de Petrolina à procura de possíveis focos do mosquito Aedes, realizando tratamento focal e borrifação quando necessário, além de trabalhos educativos em escolas e comunidade. O LIRAa é feito a cada dois meses, através da coleta de amostras e vistorias realizadas em estabelecimentos residenciais e comerciais, em diversos bairros da cidade.

Alerta

Embora o cenário apresentado pelo último LIRAa do ano seja satisfatório, a secretária executiva de vigilância em saúde afirma que o momento é de cautela. “O indicador faz com que as pessoas relaxem no cuidado, mas este é o momento de estar em alerta porque esse período do ano é mais crítico para a proliferação do Aedes, devido às altas temperaturas. Essa é uma luta de todos, assim, além da visita dos agentes nos domicílios, é importante que a comunidade esteja atenta aos seus quintais e jardins para não deixar reservatórios com água que podem ser potenciais criadouros para o mosquito”, alerta Marlene.

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