Leitora acusa de “preconceito” funcionários de conhecido hipermercardo de Petrolina

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Indignada com um fato ocorrido no último sábado (23) em um conhecido hipermercardo de Petrolina, a leitora Rozani Alves Costa enviou um e-mail ao Blog relatando o episódio, o qual ela atribui a puro “preconceito” por parte de funcionários do estabelecimento.

Confiram:

preconceitoVivi ontem, dia 23/02/2013, um fato que me deixou indignada, uma atitude de desrespeito, ignorância e má preparação profissional dos funcionários e da equipe do supermercado Hiper Bompreço, localizado no River Shopping. A pessoa ofendida não fui eu, mas a natureza do problema e a minha interação com o ocorrido não me permitem ficar calada diante desse absurdo.

Estava com minha filha ontem e realizamos uma compra de alguns itens de alimentação e limpeza para nossa residência. Enquanto aguardávamos na fila, fomos abordadas por um jovem de aparência humilde com aproximadamente 15 anos, que com educação, descrição e um certo receio, me pediu que lhe comprasse um pacote de feijão.

Isso mesmo, um simples pacote de feijão. Não me pediu dinheiro, não me pediu futilidades, não fez apelos, nem veio com frases prontas apelativas, apenas pediu um pacote de feijão. Disse, inclusive, que iria buscar para que eu não tivesse que deixar a fila. Eu o encarei por alguns instantes e enxerguei fome, desespero, medo, humildade, enxerguei uma pessoa vítima de uma sociedade que no auge de sua ausência de perspectiva recorreu a um estranho para lhe prover o que um sistema público eficiente deveria assegurar a todos.

Eu concordei e ele agiu prontamente. Foi até o corredor, buscou o feijão e retornou rapidamente, nem sequer escolheu um dos tipos mais caros ou de marcas mais consagradas, pegou um modelo simples, tradicional, tipo aquele que nossa mãe manda comprar quando não temos muito dinheiro. Sei porque passei por isso na minha infância.

Foi o primeiro item a passar na minha lista, como demonstra o comprovante que demonstro acima. Tão logo foi feito o registro a empacotadora colocou o produto numa sacola e o entregou ao garoto.

Quando se encerrou o registro das minhas compras, às 15h32, realizei o pagamento, e enquanto terminávamos o empacotamento, vi a moça que me auxiliava no caixa interceder numa situação um pouco distante, dizendo: “não façam isso, foi a moça aqui que pagou o feijão dele”. Prontamente me atentei para o ocorrido e então percebi o absurdo: quando tentava sair do supermercado, pelo corredor de caixas, com o item na sacola, o segurança lhe tomou o produto, mandou que uma funcionária devolvesse à prateleira e o tangiam como quem tenta afastar um bicho ameaçador. Uma senhora que estava na minha frente, na fila do caixa, tentava explicar o ocorrido, mas não era ouvida pelos funcionários grosseiros e intolerantes. Enquanto isso o pobre garoto se silenciava diante do constrangimento, acuado num canto sem saber o que fazer ou para onde ir.

Dei de encontro com a funcionária que retornava com o feijão e imediatamente ordenei, sim, ordenei aos gritos, que a mesma retornasse imediatamente e devolvesse o produto ao rapaz, pois eu havia realizado o pagamento.

E assim começou a confusão e a sucessão de absurdos que só pioraram a situação. A moça devolveu o produto ao rapaz, e o mesmo rapidamente se foi sem que percebêssemos ou que um pedido adequado de desculpas lhe fosse ofertado. O segurança informou que a medida fora tomada porque ele estava sem o recibo, porque estava importunando os demais clientes e porque estava andando pela loja com produtos na mão há algum tempo com aparência suspeita.

Ora, nada disso justifica a conduta. Primeiramente, não encontraram nada escondido no rapaz. Quanto ao recibo, não lhe deram a chance de explicar que eu havia pago, não procuraram explicações e nem me questionaram, antes de tomar medidas mais radicais. Ora, o produto estava em uma sacola e o garoto saía do corredor de caixas. Tudo isso são indícios de que o pagamento havia sido realizado, por quem quer que fosse, mas nada disso foi levado em conta. O interessante é que frequento aquele estabelecimento há anos e nunca me pediram para verificar um produto sequer, nunca tive minha nota solicitada. Nunca, assim como muitos outros, acredito eu.

Outro funcionário logo se aproximou ao ver a confusão e informou que esse era o procedimento padrão. Mas que padrão é esse para se adotar?! Então, com meu carrinho cheio de mercadorias sugeri que, em cumprimento ao procedimento padrão, o mesmo verificasse item por item na nota se eu também não estaria subtraindo nada, pois saí do mesmo corredor que o garoto sem apresentar recibo, mas o mesmo informou que isso não seria preciso, pois eu “era diferente”.

“Diferente”. Um conceito meio complexo, já que acredito que sejamos todos diferentes, mas a minha falta de ingenuidade me fez concluir exatamente o que ele quis dizer. Então solicitei que explicasse claramente, mas adverti-lo de que isso era discriminação, preconceito e até mesmo crime, acredito eu. Então ele ficou sem palavras, não soube mais o que dizer, não tinha mais o que dizer, enquanto nós, que demos uma voz àquele menino, esbravejávamos indignadas e um público já bastante grande, atento ao que era dito, questionava.

Aumentando a bola de neve que a situação se tornou, me disseram que se eu desejasse fazer isso novamente, deveria entregar a mercadoria fora do supermercado. Cada vez mais revoltada informei que o que faço com minhas mercadorias não era problema de nenhum deles, se quisesse eu poderia simplesmente derramar tudo ali, largado, e ir embora, porque diferentemente daquele menino, eu pude pagar por aquelas compras, e depois que passei daquele caixa tudo era meu, não sendo mais da conta de nenhum deles o que faço com meus produtos ou a quem entrego cada um deles. Nem dentro, nem fora do supermercado.

Em mais uma tentativa frustrada de justificação, me disseram que eu não estava ajudando o rapaz, pois ele provavelmente venderia o feijão para comprar drogas. Acreditem, sim, me disseram isso, ali, descaradamente, na frente de todo mundo. Os profissionais, supostamente sérios e preparados para assegurar a segurança do estabelecimento, para lidar com consumidores, para solucionar crises em um estabelecimento comercial de grande porte. É triste, mas eles fizeram isso.

Gente estúpida, mal preparada, de mente fechada, preconceituosos, julgando por estereótipos, tacham o rapaz de bandido, tomaram-lhe o produto. Eles, sim, é quem me perturbam e me incomodam, não aquele menino que precisava de ajuda, que pediu ajuda. Se bem que eles também precisam de ajuda, precisam urgentemente aprender como se trata uma pessoa com respeito, porque todos merecem respeito, Todos!!!

Seguranças, supervisores, responsáveis pela administração, todos tentado justificar o injustificável. Mas a explicação é simples: discriminaram, tacharam, suspeitaram, acusaram e condenaram o rapaz sem uma chance de explicações ou defesa.

Não porque o mesmo tenha agido errado, não porque estivesse sem o recibo, mas porque era simples, humilde, estava mal vestido, um tanto quanto sujo, pedindo ajuda, estava receoso de ser expulso, se esquivando e depois de tantos nãos, procurava um ser humano que lhe ofertasse um pouco de solidariedade. Mas acreditaram que ele não poderia ter pago um pacote de feijão que custou R$ 4,56 (quatro reais e cinquenta e seis centavos), e antes de apurar o ocorrido com responsabilidade, foram totalitários e intolerantes. Todo esse absurdo por causa de um produto desse valor!

Esse estabelecimento e esses funcionários incompetentes que não souberam lidar com a situação são uma vergonha para nossa comunidade, ou até mesmo para toda a raça humana.

Rozani Alves Costa/Leitora

46 COMENTÁRIOS

  1. E daí se o rapaz iria vender ou não o feijão, para comprar drogas? isto é desculpas parta quem não quer ajudar. Na bíblia diz: DAI ESMOLA E NÃO OLHAIS A QUEM! admiro esta cliente,que em meio a muitos,teve a iniciativa em ajudar o menino, e ainda mais,recorrer ao blog para mostrar a sociedade o preconceito que ,infelizmente,ainda há entre nós. Tenho certeza que não é um situação isolada,já aconteceu muito,mas em vez de funcionários colocarem estes necessitados para fora,quem coloca são os próprios clientes,que solicitam aos seguranças, infelizmente. Mas a leitora que levou este caso ao blog,está de parabéns, por levar esta situação a mídia, para que haja, uma conscientização da população.

  2. ESSA EMPRESA ESTAR ACUSTUMADA A FAZER ISSO. EU E UM AMIGO A MUITOS ANOS ATRAS PASSAMOS POR UMA SITUAÇÃO DESSA NO HIPER BOM PREÇO NA EPOCA DEVIAMOS TER 14 OU 15 ANOS FOMOS NO REFERIDO SUPERMECADO COMPRAR UM MILHO DE PIPOCA E UMA COCA PARA VERMOS AQUELA FAMOSA LUTA QUE MIKE TAYSON MORDEU A ORELHA DO ADVERSARIO QUANDO IAMOS SAINDO DO SUPERMECADO AO LADO DE UM FAMOSO MEDICO DE PETROLINA O ALARME TOCOU AI ELES IMEDIATAMENTE FORAM EM CIMA DA NOSSA SACOLA E DEIXARAM O MEDICO PASSAR OLHARAM E NÃO TINHA NADA NISSO O MEDICO VOLTOU E PASSOU SOZINHO NA PORTA O ALARME TOCOU A PESSOA DO CAIXA NÃO DESLACROU UM PRODUTO QUE O MEDICO TINHA COMPRADO.DESCOFIARAM DA GENTE PQ? SERA QUE ELES FARIA ISSO HOJE COMIGO E MEU AMIGO QUE HOJE É ADVOGADO E EU SOU EMPRESARIO?

  3. “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo com a Tí mesmo!” é o caminho que devemos seguir para Evolução Espiritual e conquistar a Sabedoria Eterna. Portanto, o PRECONCEITO deverá ser riscado de nossas vidas para estarmos dentro desse Mandamento de Luz!

  4. Gostaria de parabenizar a Rozani pela atitude e se mais pessoas agissem assim, preconceito com certeza seria bem menor. Acredito que ninguém tem o direito de julgar o outro pela aparência, todos sem exceção merecem respeito!!!!!

  5. Petrolina é uma cidade de diversos povos, cultura,religião,língua, raças e principalmente classe social e se o hiper bom preço não socializar seus funcionários vai acontecer sempre este episódio é lamentável. A origem do verdadeiro Petrolinense é do Homem simples e matuto, e porque todo este preconceito da maneira de vestir,do Homem pardo , negro, amarelo. Está chegando mais dois grandes shopping, a concorrência sera bem melhor, vencerá o mais simples o mais educado, o mais humano.

  6. Se ao menos tivessem perguntado ao rapaz: “cadê o recibo?”, teriam ouvido que estava com aquela senhora que vinha atrás. Poderiam perguntar a ela, ouviriam a história toda e .

    O fato de ele estar com atitude suspeita, andando há tempos pelo supermercado com pacotes na mão, dá a eles o direito de questionar. Não dá, jamais, o direito de condenar. Daí em diante, só imbecilidades por parte do Hiper.

  7. Só precisa a pessoa ser negra ou esta mal vestida para ser acompanhada de perto pelos segurança do river. É um monte de gente sem a menor preparação para lidar com o publico absurdo.

  8. É bastante visto, que alguns dos seres humano está a cada dia que passa a usa de varias forma de discriminação, com pessoa que faz parte de uma classe, que tem um poder aquisitivo menor e que são masacrado por um sistema corupto que muitos fazem parte, que é o que vemos no dia a dia. (ATE QUANDO ISSO VAI PREVALECER)?

  9. O bompreço é o pior supermercado da região, péssimo atendimento, preços absurdos! E isso ele faz com nós que somos clientes, que pagamos.filas intermináveis, total desprezo aos clientes! Seu eu ja nao gostava dessa empresa, agora passei a odiar!

  10. Parabéns Rozani, sobretudo na parte em que você “ordenou” que a funcionária devolvesse o pacote de feijão ao garoto!!! Imagino a sua revolta e a cara da funcionária idiota que teve que devolver e ficar calada! Eu teria agido do mesmo jeito e gritado também nessa situação. Mais uma vez parabéns por sua atitude!

  11. “Atitude suspeita” é o que justifica atitudes preconceituosas? Percebi que a denunciante teve o cuidado de não falar em cor/raça, mas mesmo não sendo relatado pela denunciante tenho quase certeza que este menino é negro!!
    “Atitude suspeita” é o que justifica um negro ser confundido com ladrão e ser coagido publicamente como este menino foi!? “Atitude suspeita” é o que justifica dois rapazes negros serem confundidos com ladrões e serem espancado no interior de uma delegacia, como foi o caso dos rapazes Diego e Alex?? A morte de Alex deveria ser um exemplo de como nos deparamos diuturnamente com o “atitudes suspeitas” e que na verdade se trata de racismo e achamos natural!!
    Parabéns pela coragem Rozani Alves Costa!

  12. O curioso é que esse menino deve ter sido vigiado desde o momento que ele entrou no hipermercado, ou até mesmo quando adentrou no próprio shopping, afinal tudo é monitorado por câmeras e seguranças, visto que o mesmo não representa o padrão social de “cliente”. E como não notaram o que realmente estava acontecendo? E como não perceberam pelas lentes vigilantes se o menino havia subtraído mercadorias? É claro que o supermercado tem que estar atento às pessoas que entram e saem, por segurança própria e dos clientes, e só temos a agradecer. Acho até que não estão atentos o suficiente com a segurança, e os “bandidinhos” e “bandidãos” irão se aproveitar disso. Mas, nesse caso, faltou bom senso, perspicácia, humanidade, profissionalismo, coerência, discrição, diálogo, e um mínimo de psicologia que todo ser humano deveria ter conhecimento. E deu em confusão. Não foi o pacotinho de feijão… Foi a aparência pobre, a ingenua idade, a roupa puída, inadequada, o bolso vazio.

  13. Saudades de quando as lojas bompreço e hiper eram gerenciadas pelo grupo JCPM. Era tudo bem organizado, limpo, com os melhores produtos do mercado e funcionários bem treinados.
    Os funcionários do hiper, bem como muitas lojas aqui na cidade, são mal-educados, acredito que esteja faltando treinamento ou incentivo financeiro.
    Com relação a avaliar as pessoas por aparências, infelizmente é um costume antigo da população. Nós precisamos avaliar o ser e não o ter, porém, só a cultura e a educação juntas podem mudar uma sociedade.

  14. certo é quem certo anda,se ela pagou teria q lhe entregar o recibo,se voce paga uma fatura e perde o recibo n tem como provar q pagou,se ele tivesse apresentado o recibo n tinha ocorrido o fato,pra queresmos nossos direitos temos q andar direito

  15. Já fui comerciário de um grande hipermercado e apesar de receber ordens para sequer deixar os pedintes entrarem no estabelecimento para não constringir os clientes, às vezes me fazia de cego porque acredito que a fome deve ser muito triste. Faltou sabedoria aos seguranças, mas o principal culpado é o hipermercado que não seleciona nem qualifica direito os seus funcionários.

  16. Parabéns Rosani pela sua atitude e pela pessoa sensivél que você é capaz de enxergar lá no fundo da alma com sabedoria.Seria bom se alguém que conheça esse menino o ajudasse a entrar com um processo pois ele têm direito a uma idenização. Funcionários DESPREPARADISMOS, teriam que ter ouvido primeiramente a história como foi que se passou.

    • Acho que o Hiper Bom Preço poderia ir além. Deveria procurar o garoto e quem sabe até lhe dar uma oportunidade de emprego. Seria uma excelente maneira de reparar o constrangimento que lhe foi causado e estaria dando a ele uma oportunidade de vida digna, através de um trabalho assalariado.

  17. Sim, sociedade hipócrita, extremamente desumana, preconceituosa, racismo puro. Julgam as pessoas pela aparência, compram livros pela capa, incultos, soberbos. Petrolina infelizmente é uma terra de provinciana, sem EDUCAÇÃO!!!! Isso é revoltante.
    O Hiper Bom preço é uma organização ultrapassada, o comportamento de seus colaboradores, deixa muito a desejar, péssimo atendimento, sem eficiência, se eu estivesse lá nese momento teria me unido à você Rozani, para fazer mais forte o seu grito.

  18. Os humilhados serão exaltados…é tipico desses estabelecimentos.
    Já fui mal atendida ou digamos que ñ atendida por minha aparência, por ser negra e está vindo trabalhado suada e cansada…ñ quiseram perder o precioso tempo deles a mim atender.
    Obrigada Rozani pela sua atitude e por existir pessoa como vc neste mundo do Eu o próprio umbigo.

  19. Eles são assim mesmo, são mal educados, ja fui tratando mal pelas atendes que la trabalho e pelas opreradoras de caixas, tenho um problema pra resolver e não consegui resolver com eles pela falta de informação dessas pessoas que faz parte desta empresa, por isso tou entando com uma ação na justiça com pedido de danos morais contra o hiper bompreço e a hipecard administradora de cartão, so la na frente do juiz ele lhe tratam bem. e essa senhora tem que entra com uma ação contra eles.

  20. Agradeço a Deus por existir gente com tão grande dignidade nesse mundo! Senhora Rozani Alves parabens pelo seu espirito de justiça igualdade e solidariedade. Deus te conserve assim.
    E ao Hiper Bom Preço minha indignação porque isso é fato que ocorre todos os dias ali. Vergonhoso, desumano para todos que administram ou trabalhando se comportam dessa maneira. Eu sinceramente não compro mais nesse comercio.

  21. Agradeço a Deus por existir gente com tão grande dignidade nesse mundo! Senhora Rozani Alves parabens pelo seu espirito de justiça igualdade e solidariedade. Deus te conserve assim.
    E ao Hiper Bom Preço minha indignação porque isso é fato que ocorre todos os dias ali. Vergonhoso, desumano para todos que administram ou trabalhando se comportam dessa maneira. Eu sinceramente não compro mais nesse comercio.

  22. Vivi situação semelhante no River a alguns anos.
    Assim que cheguei a Petrolina, não ainda acostumada com trânsito, fui ajudada por um garoto a atravessar a avenida de bastante movimento, ele estava em direção ao shopping, dizia que iria ao Play toy jogar, assim que entramos ele foi barrado e expulso, eu entrei, infelizmente não pude fazer nada, só acompanhei, estava só e não conhecia nada ali, me recordo com tristeza e indignação e percebo que as pessoas com boa a aparência são bem tratadas pq demonstram ter dinheiro, “podem gastar”, ao contrário das humildes, que já são logo associados a trombadinhas.
    Me enoja esse tipo de atitude e pensamento, até pq o rei dos reis era o mais humilde de todos os humildes, e que vai cobrar de cada um esse tipo de atitude, quem viver verá!!!!

  23. Este supermercado há anos indica o quanto tem um gerenciamento e uma política de relação com o cliente totalmente defasados.

    Eu já tive problemas de outra ordem, como ir comprar um produto, ele estar apenas no mostruário, e me sugerirem levá-lo naquele estado, com o preço de novo.

    Suponho que tal prática persista porque muitos clientes “caem” nessa sem levar em conta de que no mesmo shopping há lojas que podem vender o mesmo produto com a qualidade que se deve, de fato, ter.

    O slogan real é: Hiperbompreço, desrespeito com o cliente todo dia!

  24. Infelizmente todos os dias vivenciamos situações de preconceitos em nosso pais,principalmente se somos negros ou pobres.Mas temos que agir igual d. Rosani que ñ deixou se intimidar com essas pessoas que infelizmente fazem parte de uma sociedade consumista e capitalista,que visão apenas as condições sociais das pessoas.Processo neles!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  25. Rozani, muito bem pelo seu ato duplo: o de ouvir e atender a situação fazendo sua parte; e depois ainda se expor para apoiar o garoto na falta de oportunidade de expressar-se e o direito de ir e vir lógico. Ele tbm é cidadão deve ter um RG e assim sendo PROCESSO NELES, DANOS MORAIS E etc. Se eu estivesse lá, seria mais uma a gritar aqueles animais travestidos de gente trabalhando. Que vergonha O HIPER BOM PREEÇO agora não passa de um HIPER MAL LOCAL. KKK

  26. Rapas eu te falo como petrolina e muito preconceituosa minha mulher e negra e linda e temos 2 filhas uma morena muito bonita e outra da minha cor branca ,muitas vezes minha esposa foi tratada como baba da própria filha.essa e a petrolina dos impossíveis.

  27. O bom preço já esta passando da hora de levar uma boa saraivada, cade a Vigilância Sanitaria, Jarbas da uma olhada nas carnes , frangos assados( que com certeza são descartes de congelados), os peixes nossa eles meressem mesmo uma dura.

  28. Falta muito preparo para essas pessoas que trabalham com seguranca. Um ente de minha familia foi vitma desse river . Meus sobrinhos foram comprar um tenis em uma loja renomada desse shoping e quando eles chegaram lá a loja ainda nao estava totalmente aberta entao eles sentaram no banco em frente a loja esperando a sua abertura de repente um dos segurancas do shoping foi na loja chamou um dos funcionarios e avisou que tinha dois suspeitos em frente a loja e era para eles ficarem ligados. Nesse mesmo instantes outros vigias já estavem rodando por perto dos mesmos. Eles entraram na loja compraram o tenis e sairam. Vale salientar que eles nao sao negros e nao andam mal vestidos. Por que se fossem talvez tivesse sido expulso de la de dentro.

  29. Infelizmente isso não acontece pela primeira vez. Além do preconceito racial os caixas são muitíssimo mal-humorados e despreparados.
    Há uma semana uma moça do caixa e um rapaz da assistência (sei lá) ficaram tirando pouco da minha cara porque eu esperei os R$0,60 do meu troco. O rapaz saiu para trocar e ficou tagarelando se fazer o seu dever, quinze minutos depois eu dei mais R$ 0,15 e comprei um chocolate (sem querer comprar). Graças a Deus dinheiro pouco eu tenho muito e não estava fazendo questão. Apenas queria pois se faltar essa quantia em minhas compras eu devo tirar algum item do meu carrinho porque ali ninguém perdoa nada.
    Ainda procurei o gerente para falar da atitude dos tais funcionários mas era domingo 21h, eu estava exausta com meu filho e eu não pude levar isso adiante. Infelizmente.
    Mas deixo aqui minha insatisfação com aquele local com um quadro de funcionários tão mal-educados.
    Morro de vergonha de sair com alguém de outras cidades que vem visitar minha famíiia em vários locais do comércio dessa cidade que tanto amo.

  30. QUERIDA LEVE ESSE CASO Á JUSTIÇA E QUE O QUE COUBER DE JUSTO, SE ESSE RAPAZ APARECE BEM, SE NÃO, DOAÇÃO PARA ENTIDADES CARENTES. COMO PETRAPE, CASA DOS IDOSOS VILA EDUARDO E ASSIM POR DIANTE, NÃO DEIXEMOS IMPUNE, TEM QUE PAGAR PELOS ERROS, SE NÃO…NÃOOOOOOOOOOOOOOOO APRENDEM NUNCA…

  31. MUITO TRISTE, ISSO… JÁ PRESENCIEI UM IDIOTA, NÃO DO SUPERMERCADO, MAS UM CLIENTE, FAZER ALGO PARECIDO COM UMA CRIANÇA, SÓ PQ ELE PASSOU UM PACOTE PRIMEIRO QUE ELE POR UMA MOÇA CEDER A VEZ PARA ELE.

  32. A senhora Rozani ta querendo aparecer.não se deu ao trabalho de verificar os fatos e já saiu acusando.sou cliente do mercado há anos e por concidencia estava presente no dia do ocorrido.fui cobrar explicações e fui informada que não era a primeira vez que o rapaz pedia no local.que já tinham conversado com ele,e mesmo assim ele continuava pedindo.Muitos clientes tinham reclamado do rapaz pedindo em filas.Os seguranças apenas estavam fazendo o trabalho deles.Nunca vi nenhum preconceito naquele ambiente.ja vi filas, falta de caixas outras coisas,mas preconceito nunca.

      • “Caridade que não têm” ????????? Como assim? A boca fala do que o coração está cheio, se você realmente acredita nesse chavão que publicastes, é porque é assim que pensas, que ages e que vives (Sem caridade, e esta é uma virtude bíblica) . Tentou ao menos por uma fração de segundo se colocar no lugar desse jovem? A resposta é um vergonhoso e sonoro NÃO, e sabes por que? Porque você hoje ao certo teve no mínimo três refeições, as teve ontem e se for da vontade de Deus, as terás amanhã.. Raciocine comigo: o que esse jovem e milhares de crianças mundo afora fizeram para não terem o que comer, beber ou onde dormir? NADA.. E o que você fez de tão especial, pra Deus te permitir ter tais privilégios??? NADA, e mesmo assim Ele te concede essa bênção! Para de ser maria-vai-com-as-outras e aproveite a oportunidade para aprender e crescer como ser humano!

  33. NÃO TEM NADA A VER O FATO DO GAROTO JÁ TER SIDO ABORDADO PELOS SEGURANÇAS… O FATO É QUE ELA JÁ HAVIA PAGADO O ITEM, E O SEGURANÇA NEM SEQUER SE DEU AO TRABALHO DE PEDIR A COMPROVAÇÃO DE QUE ELE TINHA COMPRADO AQUILO. Comentários como esse da Analice Coelho, são dignos de muita vergonha, isso sim, porque veja bem… SE VOCÊ ajuda e defende alguém é porque vc só quer aparecer, se você NÃO AJUDA é porque vc não é solidária. Enquanto houverem pessoas assim, com pensamento pequeno e ignorância pra criticar até as boas ações, o mundo continuará sendo do jeito que é. E se as pessoas reclamavam porque um garoto pedia COMIDA é porque elas são tão ignorantes, quanto.

  34. E DIGO MAIS… você que tem sua casa, dinheiro pra comprar comida e dar educação a seus filhos, REZE e reze muito, pedindo a Deus para que na sua vidinha, não ocorra uma adversidade e venham a ser pedintes também. Porque se essa pessoa aí, a Analice se colocasse no lugar de um pedinte, duvido que teria esse tipo de opinião. A escória da sociedade que as madames não querem ver no shoppings por ser desconfortável, ou simplesmente tem PREGUIÇA DE DIZER UM SIMPLES “eu não tenho, infelizmente.”. Ou acham que eles iriam gostar de andar no sol quente, de restaurante em restaurante pedindo um prato de comida ao invés de estar numa cama quentinha aos domingos com seus parentes, curtindo um bom almoço, ao qual muitos aqui tem o provilégio???!!! O que vocês, acham que é mais difícil e trabalhoso, sair pedindo as pessoas comida ou dizer um “desculpe, eu não tenho” ?Então, não digam asneiras, e se coloquem no lugar dos menos favorecidos e não daqueles que acham que dizer “Não” é um incomodo!!!!!!!

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