Leitor do Blog pede providências da prefeitura contra desrespeito à Lei do Silêncio em Juazeiro

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juazeiro11/Foto: APJ Juazeiro BlogspotO frequente desrespeito à Lei do Silêncio em Juazeiro contrasta com a recente polêmica em Petrolina acerca do assunto.

Na vizinha cidade baiana, o som em alto volume e a algazarra em bares tiram – literalmente – o sono e deixam a paciência dos comunitários no limite.

Segundo informa um leitor do Blog, a Polícia Militar (PM) até tenta impor a ordem, mas é só dar as costas que os baderneiros recomeçam.

A polícia justifica que seu papel é apenas de fiscalizar e manter a lei que o Código de Postura do município estabeleça. E isso cabe à prefeitura.

No seu segundo governo, o ex-prefeito prefeito Misael Aguilar fez valer o Código, quando retirou parte das mesas e cadeiras de bares na Orla de Juazeiro. Foi inclusive muito criticado pela medida. Mas depois disso, tudo voltou como antes. Com a palavra, as autoridades.

20 COMENTÁRIOS

  1. Faz exatos 5(cinco) anos que a população de Juazeiro vem REIVINDICANDO o cumprimento da LEI DO SILÊNCIO sem que a Promotoria, Poder Municipal e lideranças a escute. Passa da hora de dar um basta em tanto descaso com o direito de um povo!

  2. O desleixo das autoridades de Juazeiro para com a Lei do Silêncio tem sido escancarado pela sua própria compostura. O difícil entender é que aqueles que constituem tanta baderna perfaz uma minoria que não elege ninguém… E porque não puní-los? Muito mais estranho é que toda ação tenha que ficar à cargo somente da Polícia Militar com a qual vimos contando para inibir, e inibir não é punir. à quem compete providencias, que se pronuncie!

  3. A reabertura da Boite Shalako (agora La Mayson) no bairro Piranga , assim como a multiplicação de bares sem qualquer critério por toda Juazeiro, diz do “compromisso” de políticos e demais autoridades para com o direito do cidadão, da sociedade em um todo ! . . .

  4. Minha Petrolina me faz orgulhoso por ser conduzida à ordem e ao progresso em prol de s/gente! Solidarizo-me com meus irmãos de Juazeiro, em especial com aqueles que tem a paz do s/lar violada pelo som do vizinho espaçoso (o que não valoriza a civilização e ignora o dever do respeito aos outros). É dever da Prefeitura, Minist. Público, Polícias e até da Guarda Municipal se somarem para coibir aquele que até aqui vem burlindo impunemente a Lei do Silêncio.

  5. Não é segredo que Juazeiro só experimentou dias de ordem quando da passagem de um nobre delegado por aqui. Aliás, foi ele quem tirou das gavetas do Legislativo a Lei do Silêncio que alí adormecia -não se sabe sob qual interesse-, e fê-la cumprir à rigor. Mais de 95% da população já não tolera mais não ter o direito ao sossego de sua própria casa, a andar pelas ruas sem o som estridente de um veículo particular ou de propaganda, ou ainda de um estabelecimento comercial que entende que atrái cliente com esse comportamento distante da civilização. Chega de tanto fuzuê, Juazeiro!

  6. Não é segredo que Juazeiro só experimentou dias de ordem quando da passagem de um nobre delegado por aqui. Aliás, foi ele quem tirou das gavetas do Legislativo a Lei do Silêncio que alí adormecia -não se sabe sob qual interesse daquela Casa-, e fê-la cumprir à rigor. Mais de 95% da população já não tolera mais não ter o direito ao sossego de sua própria casa, a andar pelas ruas sem o som estridente de um veículo particular ou de propaganda, ou ainda de um estabelecimento comercial que entende que atrái cliente com esse comportamento distante da civilização. Chega de tanto fuzuê, Juazeiro!

  7. Já que não tenho condição prá morar em Petrolina, onde ninguem é obrigado a locar sua audição para o vizinho se esbaldar com som em alto-decibel fazendo ecoar o lixo que ele entende como música, digam-me o que fazer?

  8. A nível nacional, vimos assistindo nos últimos dias a baderna nos grandes centros (protestos que seriam salutar sem pixações e quebra-quebra), o que entende do quanto estávamos despreparados para vivenciar o Regime Democrático neste País. Sem sair da nossa cidade, vemos esse comportamento se expandir alhéio a punição – assim é o condutor do veículo com som em altos- decibéis que circula livremente pela cidade, assim é o vizinho que lhe rouba o direito ao repouso pela enxaqueca ou hipertensão, ou apenas de vê um programa de tevê em sua própria casa -, e o pior, sob vistas-grossas das nossas autoridades que se refugiam na omissão, no silêncio que não reza a Lei do Silêncio, enquanto a população decente padece!

  9. Se a Prefeitura ignora seu dever, que munam a Polícia Militar (inclusive de poderes) e com certeza ela porá na cadeia o infrator da Lei do Silêncio. Ninguém tolera mais este INFERNO consequente de tanta omissão!

  10. Em Salvador, onde a alegria era complementada com pandeiros e tambores para enriquecer a alegoria de tanto samba, reggs e fuzuês, a prefeitura tem se empenhado na busca do infrator da Lei do Silêncio, conduzindo-o e o seu veículo para a Delegacia, e incinerando sua aparelhagem de som. Do tempo que a população de Juazeiro vem reclamando tanto barulho, não se sabe até aqui de uma prisão sequer daquele que ignora que seu direito só vai até onde começa o meu . . .

  11. Bom dia
    Mas um assalto entre Santana do sombrado e petrolina,com o Onibu´s da faculdade e van de professores,na noite de ontem o terror predominou mas uma vez em menos de 15 dias,onde anda a policia militar da bahia?escondido?com medo dos bandidos?só pode.no estado de pernambuco as blits são constantes mas no estado da bahia estão entregues aos bandidos,
    Ate qd isso?

    abç.

  12. POR ONDE ANDA A SECRETARIA DE POSTURA DO MUNICÍPIO? A POLICIA MILITAR DIZ DA RESPONSABILIDADE DELA PARA COM A LEI DO SILÊNCIO E QUASE SEMPRE ELA ESTÁ AUSENTE. E A PROMOTORIA, PORQUE A FALTA DE IMPOSIÇÃO NO CUMPRIMENTO DESSA LEI? SERÁ QUE ESTAMOS CONDENADOS TAMBÉM A FICAR SÓ ASSISTINDO O PROGRESSO DE PETROLINA? SERÁ QUE NOSSA TOLERANCIA A TANTA POLUIÇÃO SONORA ESTÁ SENDO POSTA A TESTE OU SERÁ QUE ESTÃO AGUARDANDO QUE O PIOR ACONTEÇA PARA QUE AS DEVIDAS MEDIDAS SEJAM TOMADAS?

  13. Uma orla que seria um belo cartão postal tem seu calçadão recheado de mesinhas e cadeiras de bares, além de ocupantes de conduta duvidosa que inibe aqueles que sem esses, seria um local adequado para uma caminhada por preservação física ou por prazer de apenas passear. Nas ruas do centro (sem nenhum padrão geométrico), o comércio seria mais atraente sem os sons ensurdecedores que algumas lojas aderem em propaganda tão inútil e irritantes como as ecoadas em automotivos que circulam pela cidade atropelando o limite dos decibéis permitidos. Residencias do centro e da periferia são violadas pelo alto volume do som do vizinho “espaçoso” (aquele que não se constrange nem em mostrar sua preferencia musical, se é que o “lixo” que ele ouve é música . . . E tudo isso e muito mais retrata a minha Juazeiro alhéia às providencias de quem compete adotá-las. Será que é desleixo ou falta competencia? O cidadão estã prestes a não tolerar mais tudo isso!

  14. É uma vergonha termos que ficar assistindo o progresso de Petrolina. Nesta linha de limite que nossos governantes nos impõe, não demorará termos vergonha de nossa Terra tão distante do progresso, da ordem e da civilização. É impossível entendermos porque o MP não intervém .em prol do cumprimento da Lei do Silêncio em Juazeiro!

  15. Tudo é possível num único País em que a Polícia é submissa do Marginal, e aqui não podia ser diferente. Acho, portanto, que o povo desta Terra do Tudo Pode, está querendo muito ao clamar providencias das autoridades em favor da ordem, do sossego -que seria de direito- em seu lar! Despertem-se, meu irmãos!

  16. Fiquei muito feliz em saber que fui ouvido. Não apenas o som estridente desses bares e dos carros com seus potentes auto falantes. Que o bom senso seja retomado e que a população possa escolher o que quer ouvir e não ser refém dessa barulheira horrorosa. Vamos para a rua, vamos pedir também um pouco de sossego. Espero que as manifestações no Vale sejam pacíficas e que o nosso poder público entenda que temos força para lutar por nossos direitos.

  17. É no mínimo muito triste a população ter que gritar produzindo ecos pelas ruas para reivindicar seus próprios direitos. É lastimável ver uma Polícia -que teria poderes num País sério- render- se a baderneiros. É inaceitável tanto descaso das autoridades de Juazeiro para com a Lei do Silêncio, para com o direito a paz constitucionalmente assegurado!

  18. Não bastasse tanta carência de progresso em Juazeiro, a população vem submissa a omissão e/ou indisposição das autoridades para dar um B A S T A em tanto BARULHO que viola uma LEI de redação e endosso do próprio Município. O “silencio” verdadeiramente dito é observado somente no Gestor do Município e no Ministério Público, lamentavelmente! . . .

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