O cenário eleitoral para o Governo de Pernambuco em 2026 registrou uma mudança brusca na disputa. Segundo o novo levantamento da Real Time Big Data, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), enfrenta um processo acelerado de desidratação, perdendo a liderança absoluta que ostentava meses atrás.
A queda de João Campos é evidenciada por três indicadores críticos:
Derretimento na intenção de voto – em menos de um ano, o prefeito caiu de 67% para 51%. Uma perda real de 16 pontos percentuais, que acende o sinal de alerta no PSB;
Voto consolidado em queda livre – o eleitor que dizia votar “com certeza” em João Campos despencou de 58% para apenas 22%;
Crescimento da rejeição – enquanto seus números de intenção de voto caem, sua rejeição subiu para 31%, aproximando-se da margem de perigo para um candidato que busca o governo estadual.
Raquel Lyra encosta
Enquanto o socialista desidrata, a governadora Raquel Lyra (PSD) apresenta uma curva de recuperação consistente, subindo de 22% para 31%. A diferença entre os dois, que já foi de 45 pontos, agora é de apenas 20, sinalizando que a disputa está longe de ser decidida no primeiro turno.
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2 mil eleitores de Pernambuco, entre os dias 9 e 10 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.



Por mais que queiram diferente, o João Campos vai ganhar com certa facilidade. As pesquisas não mostram a realidade do estado. A governador andou pisando “na bola” e com certeza perdeu muitos votos… é só esperar.
Acho que esse tal de joao vai acabar desistindo de se candidatar
Dá nisso agir com ambiguidade. O derretimento se deve às trapalhadas que seu irmão vem aprontando no congresso nacional, às trapalhadas do João, quando faz nomeação de forma totalmente ilegal, quando, o próprio reconhece que suas ações são antirepublicanas. No mais, determinadas companhias como a do Miguel (bolsonarista de carteirinha), diminui a credibilidade do candidato. Fora isso, a percepção do governo de Raquel, como um governo sério e austero na condução do Estado, que resultou em crescimento nas pesquisas.