Jaques Wagner toma posse como coordenador executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da BA

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O ex-ministro e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), tomou posse, na segunda-feira (21), como coordenador executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Bahia (Codes), estrutura vinculada à Secretaria de Relações Institucionais (Serin). A meta de Wagner é auxiliar o atual governador Rui Costa na elaboração de políticas e estratégias que promovam o desenvolvimento sustentável em todas as regiões da Bahia.

Rui explicou que por meio do ‘Conselhão’, como também é chamado o Codes, qualquer cidadão pode fazer sugestões e avaliar o cotidiano do governo, além de sugerir ações que melhorem a geração de emprego e o desenvolvimento econômico. “Nosso planejamento é que a partir de 2017 o Conselho de Desenvolvimento Econômico possa circular o Estado da Bahia, junto com as Secretarias de Desenvolvimento [Econômico], Desenvolvimento Rural, Planejamento e Agricultura, para ouvir propostas dos produtores, dos empresários, dos comerciantes e dos estudantes, para que possamos melhorar o desenvolvimento em cada canto da Bahia”, disse.

Para Wagner, os oito anos em que esteve à frente do governo estadual permitiram a ele conhecer as dificuldades e os desafios da Bahia. “O Codes é um espaço privilegiado para que estabeleçamos um diálogo com a sociedade, empresários, trabalhadores e movimentos sociais organizados, para que tenhamos uma visão de futuro do que precisamos para a Bahia”, comentou.

Conforme a assessoria do Governo da Bahia, embora o Codes esteja diretamente vinculado ao gabinete do governador, o cargo não dá foro privilegiado a Wagner. A explicação do governo é porque, em  junho deste ano, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio de um pedido de abertura de inquérito para o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, para investigar o ex-governador. A decisão de Celso de Mello, entretanto, não detalhava quais suspeitas pesavam sobre Wagner. Apenas afirma que o pedido tinha relação com a Lava Jato. (foto: Manus Dias/GOVBA/divulgação)

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