HDM/Imip orienta banhistas em caso de mordida de piranhas

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Foto: reprodução internet

Casos de ataques de piranhas voltaram a ser registrados pela imprensa local. Como grande parte da população ribeirinha utiliza as águas do Rio São Francisco para o lazer, principalmente nessa época de calor, o Hospital Dom Malan (HDM)/Imip em Petrolina dá orientações sobre como agir nesses casos.

De acordo com especialistas, os ataques dessa espécie de peixe são incomuns e quase restritos ao período que vai de fevereiro a maio, época de desova da piranha branca (endêmica na região). Quando a piranha ataca, no entanto, não tem fins de alimentação, mas de proteção dos ovos e filhotes de possíveis predadores maiores.

Segundo informações divulgadas pelo Diário de Pernambuco, piranhas jovens alimentam-se de camarões e insetos, enquanto as adultas possuem preferência por peixes menores. Carne humana, portanto, não faz parte do ‘cardápio’ desses peixes. Então, o normal é acontecer duas ou menos mordidas, para assustar e fazer a pessoa sair de perto dos ovos.

Quando isso acontecer, o banhista deve sair imediatamente da água, lavar o ferimento com água em abundância e tentar estancar o sangue. Em seguida deve dirigir-se ao serviço de saúde de referência, que no caso das crianças é o HDM. “As mordidas das piranhas não liberam nenhuma substância tóxica, mas é importante fazer o curativo para inibir inflamações“, ressalta a diretora médica do HDM Tatiana Cerqueira. Para prevenir acidentes, o Corpo de Bombeiros orienta que os banhistas devem evitar lugares com águas calmas e turvas, além de locais onde se encontra vegetação às margens do rio.

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