Fundação Getúlio Vargas perto de divulgar edital que selecionará nova concessionária de água e esgoto em Petrolina

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(Foto: Ascom PMP/Divulgação)

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) está perto de divulgar o edital de concorrência pública para uma nova concessão do serviço de água e esgoto em Petrolina. Representantes da administração municipal e da FGV estiveram reunidos na última semana para dar continuidade à avaliação dos estudos apresentados por três empresas acerca dos serviços.

Os estudos são resultado do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) e poderão ser utilizados pela FGV. Os estudos técnicos e de viabilidade são a primeira etapa de um processo que resultará em uma nova forma de gerenciar a água e o esgoto da cidade.

O diretor presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de Petrolina (Armup), Rubem Franca, explica que os estudos poderão definir as diretrizes para o Edital final sob responsabilidade da FGV. “Importante lembrar que a prefeitura está buscando formas de garantir o serviço de qualidade, por isso a importância destes estudos para que a nova concessionária possa fazer os devidos saneamentos e expandir o abastecimento d’água na nossa cidade” explicou.

Visitas

Representantes da instituição, da prefeitura e da Compesa visitaram as Estações de Tratamento de Água (ETAs) do Centro e de Vitória, além da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Jatobá e, em reunião, discutiram assuntos relacionados ao serviço. Após a divulgação do edital de concorrência pública pela FGV, será conhecida a nova concessionária de água e esgoto de Petrolina.

3 COMENTÁRIOS

  1. Na gestão FBC se pensava em privatizar a COMPESA. O Governo do Estado era Jarbas que era contra. Na gestão Júlio Lóssio se pensava em Municipalizar a COMPESA local. O Governo era Eduardo Campos que atendendo FBC era contra. Agora se vai privatizar. Dos 150 Sistemas de Abastecimentos D’água operados pela COMPESA, apenas uns 8(oito) são superavitários, o de Petrolina é um deles, mesmo porque a Prefeitura deve ter muitos empréstimos junto a Caixa ou BNDES para ampliação do saneamento. A propósito, sugerimos que ao privatizar os serviços, que a concessionária absorva esses empréstimos, senão os munícipes continuam pagando

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