Flávio diz que derrota sofrida foi “sacanagem” e ameaça acionar ‘tapetão’

por Antonio Carlos Miranda // 26 de outubro de 2026 às 07:36

Foto: Pablo Porciuncula/AFP

Visivelmente revoltado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que pedirá a anulação das Eleições 2026. No primeiro pronunciamento após a confirmação da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na noite de ontem (25), Flávio criticou a prorrogação do horário de votação no país até às 19h, feita pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, e disse ser “impossível” reconhecer o resultado do pleito.

Rodeado de aliados em Brasília, Flávio acompanhou a apuração das urnas que consagrou a derrota dele com 48,21% dos votos válidos contra 51,79% de Lula, segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

À imprensa, Flávio sugeriu que a disputa presidencial sofreu intervenções de aliados de Lula. “Não vou aceitar que a regra do jogo tenha sido mudada em cima do jogo. Mais uma vez, pelos amigos do Lula, os membros do Tribunal Federal“, disse.

O senador afirmou também que é “inexplicável” o que aconteceu. “As coisas acontecem do nada, a pedido de um ex-sócio do próprio Zanin, e ele atende a um pedido por cima da Justiça Eleitoral”, acrescentou. Ainda conforme Flávio, os fiscais do Partido Liberal (PL) foram retirados das salas-cofre de acesso restrito do TSE, onde se centraliza a apuração e totalização dos votos de todo o país. Ele afirmou também que “tem muita coisa para ser esclarecida antes de o Brasil simplesmente reconhecer essa sacanagem que ocorreu agora, nessas eleições”. Por fim, Flávio comentou que não desistirá do Brasil e pediu que os eleitores dele também não desistam.

Flávio diz que derrota sofrida foi “sacanagem” e ameaça acionar ‘tapetão’

  1. Sempre Atento disse:

    Não teve nada de errado ,é simples , o sertanejo e nordestino gostam de viver de esmolas e morar na merda, deixa eles com o rato deles, o ruim disso tudo é quem não quer tem que pagar o Pato junto, deixa eles chorarem por saúde e a violência nas portas deles.

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