Fernando Filho desconversa sobre possibilidade do seu grupo continuar no comando da 3ª SR Codevasf

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Fernando Filho. (Foto: Gabriel Siqueira/Blog do Carlos Britto)

O comando da 3ª Superintendência Regional (SR) da Codevasf, em Petrolina, no futuro Governo Bolsonaro ainda é uma incógnita. Pelo menos foi isso que deixou claro o deputado federal reeleito Fernando Filho (DEM), durante confraternização com a imprensa no último sábado (22), num restaurante da Orla II da cidade. Aliás, o deputado mostrou sintonia com o seu pai, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), o qual pensa da mesma forma.

No Governo Temer, a 3ª SR ficou nas mãos do grupo senador, que conseguiu viabilizar diversas ações para os municípios de abrangência do órgão federal. Por sua vez, adversários de Fernando Bezerra em Petrolina, como o vereador Gabriel Menezes (PSL), afirmam que FBC se utiliza da 3ª SR para “arrumadinhos políticos” – declarações já rebatidas, inclusive, pelo próprio.

Para Fernando Filho, “tem muita gente falando muita coisa”, mas no momento ninguém sabe responder “para que lado essa banda vai tocar” enquanto o novo governo não assumir. “As indicações que nós fizemos à Codevasf reconheço que todas tiveram um alinhamento político conosco, mas sempre por meio de funcionários da casa ou pessoas com larga experiência, como é o caso do atual (Aurivalter Cordeiro)”, declarou.

O deputado disse que no momento que o presidente eleito Jair Bolsonaro achar oportuno, ele seu grupo estarão prontos a deliberar sobre essa e outras pautas. “Se for para construir uma aliança de coalização, que evidentemente nos interessa. Se não for, a gente também vai respeitar, porque cabe a ele essa escolha”, pontuou Fernando Filho.

3 COMENTÁRIOS

  1. Eu tenho absoluta certeza que o presidente Bolsonaro, vai acabar com essa manipulação de estatais como objetos de troca, para fins políticos, não é essa a finalidade da CODEVASF. Foi criada para beneficiar a região do vale, e não políticos. A função de legisladores Federais é atuar em Brasília, na confecção de leis que possam trazer benefícios para seus estados onde forma eleitos e, não atuarem como gestores de estatais.

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