Escola estadual em Santa Maria da Boa Vista para as aulas amanhã por falta de estrutura

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Escola EREM Santa MariaEscola Erem Santa Maria 2A Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Professora Edith Matos, em Santa Maria da Boa Vista (PE), no Sertão do São Francisco, mal iniciou o ano letivo e já terá que parar as aulas por falta de estrutura. Segundo o professor Marcos Antônio Cruz, não há funcionários para fazer a limpeza da unidade, nem professores para lecionar em duas novas turmas autorizadas pela Gerência Regional de Ensino (GRE).

“A escola iniciou o ano letivo de 2014 com um velho problema: a falta de funcionários para a realização da limpeza do espaço escolar e com outros surgidos a partir da autorização da GRE Petrolina em abrir duas novas turmas, mas não oferecer carteiras, nem autorizar a contratação de novos professores para assistir estes alunos”, informou.

De acordo com o professor, os problemas já foram encaminhados ao secretário estadual de Educação, Ricardo Dantas. Inclusive, a falta de auxiliares de serviços gerais já foi motivo de protesto nas ruas de Santa Maria da Boa Vista.

“Em 2013, os estudantes foram às ruas protestar contra a sujeira, o que resultou no envio de uma única funcionária para uma escola que, pelo seu tamanho, precisaria de pelo menos seis funcionárias”, reclamou.

Na tentativa de chamar a atenção da GRE para os problemas, os funcionários da escola resolveram parar as atividades nesta segunda-feira (17), quando será realizada uma reunião com pais e alunos para expor a situação da unidade de ensino. (Fotos: divulgação)

3 COMENTÁRIOS

  1. Essa é a realidade das escola do Estado, porém existem escolas em pior situação do que esta e os professores não podem reclamar, pois tudo é culpa do professor que recebe um salário defasado e ainda precisa comprar material do dia-a-dia para trabalhar em sala de aula, caso queira passar alguma coisa para o seu aluno ou então transformá-lo em um analfabeto alfabetizado, pois é essa realidade brasileira, não tem investimento na educação para que os alunos de hoje n]ão tornem-se cidadãos críticos e pensantes na hora de votar. Ficar em uma sala ditando regras e metas para dar satisfação lá fora é fácil, mas arregaçar as manga e enfrentar a realidade das nossas escolas é muito diferente,

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