Discussões avançam e audiências públicas serão realizadas para ouvir a população sobre o Parque Tatu Bola

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Reunião 2O secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, Carlos André Cavalcante, esteve em Lagoa Grande (PE), no Sertão do São Francisco, para participar de uma reunião sobre a criação do Parque Tatu Bola. O encontro aconteceu na prefeitura e contou com a presença do prefeito Dhoni Amorim, secretários municipais e professores da Univasf.

Se a proposta for aprovada, o parque será a maior unidade de conservação da caatinga no Estado, com 75.655 hectares espalhados pelos municípios de Lagoa Grande, Petrolina e Santa Maria da Boa Vista. O principal objetivo é conscientizar a população sobre a importância da preservação do bioma, além de preservar a espécie do tatu bola, escolhido como mascote da Copa do Mundo deste ano.

De acordo com o secretário estadual, a manutenção e conservação do parque serão desenvolvidas de maneira interinstitucional, com a participação das esferas públicas constituídas, universidade, conselhos de meio ambiente e a comunidade em geral.

“Sabíamos que jamais poderíamos decidir todo este projeto sentados no gabinete lá em Recife, onde o governador decide tudo. Por isso, existem esforços em conversar com os atores envolvidos diretamente, que são os prefeitos, entidades e agricultores”, disse Carlos André.

Para o prefeito Dhoni Amorim, a criação do Parque Tatu Bola demonstra a preocupação de várias esferas do governo com a preservação do único bioma exclusivamente brasileiro. “A reunião de hoje foi bastante proveitosa, assim como os outros encontros que vêm acontecendo. Estamos de portas abertas, dispostos a unir forças para preservar e mostrar ao povo a importância da nossa caatinga”, disse.

Audiências

Durante a reunião, ficou acordado que serão realizadas duas audiências públicas para ouvir a população, especialmente os agricultores das cidades envolvidas, sobre a criação do parque. A previsão é de que as audiências aconteçam em agosto.

1 COMENTÁRIO

  1. A importância de preservar a caatinga é enorme para as futuras gerações, ela tem um genoma capaz de sobreviver com pouca água e muito calor.

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