Representante da EBSERH minimiza críticas ao HU e diz que concurso para contratação de novos profissionais está sendo organizado

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Durante reunião realizada na Casa Plínio Amorim na última semana para discutir a atual situação do Hospital Universitário (HU), a diretora de atenção à Saúde da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Adriana Oliveira, tentou minimizar a situação em que se encontra a unidade médica. O HU vem passando por diversos problemas por causa da escassez de profissionais.

A convocação da reunião surgiu em decorrência do episódio do último dia 12 de março, quando o portão do HU foi fechado, impedindo o atendimento aos usuários. Segundo Adriana Oliveira, a situação é momentânea e a Empresa vem investindo em várias frentes, como a formação dos profissionais em gestão hospitalar, a construção de um plano diretor estratégico para o hospital e a contratação de profissionais por meio de um concurso nacional. “Estamos com um conjunto de iniciativas em curso, modelos de referência que estão sendo implantados e adotados pelo hospital para que a gente possa organizar bem o trabalho e o seu funcionamento“, disse.

Além da diretora de atenção à Saúde da EBSERH, a reunião contou com a participação de representantes da secretária de Saúde de Petrolina, Lucia Giesta, de representantes do HU, da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Secretaria de Saúde de Lagoa Grande, VIII Gerência Regional de Saúde de Pernambuco (Geres) e Central de Regulação Interestadual de Leitos, além dos vereadores Ailton Guimarães e Manoel da Acosap.

“Solução emergencial”

Ao final da reunião, a secretária Lucia Giesta, sugeriu que, como “solução emergencial”, cada município na área de abrangência da rede PEBA (Pernambuco/Bahia) do possa contribuir com a cedência de profissionais ao hospital. “Hoje, o município de Petrolina conta com 138 servidores atuando no HU, incluindo cirurgiões ortopédicos, anestesistas que são hoje as duas especialidades mais deficientes.  A sugestão, nesse momento, é que outros municípios também possam colaborar para que a população não seja prejudicada“. (foto: Ascom PMP/divulgação)

2 COMENTÁRIOS

  1. Enquanto a população sofre nas portas do HU ainda estão “organizando” um concurso para suprir as deficiências de médicos! Isso é Brasil mesmo, burocratas e políticos discutem quando o povo vai ter assistência! Isso é um vergonha.

  2. Falou e não disse nada.
    Como sempre projetos e tá tudo bem.
    Esse hospital só tem o prédio.
    Se nenhum lugar funciona na mão de estagiários imagine um hospital.
    Pessoas de todas as idades ficam dias jogados com pernas, braços, fêmur e vários órgãos quebrados.
    Esse hospital é referência de precariedade, referência de descaso.
    O HU é referência de abandono.
    Referência do que é Petrolina hoje, imagem por fora e podre por dentro. Nada funciona aqui. E esse hospital e uma das maiores provas disso.

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